Um simples mergulho que abalou a arqueologia: Yonaguni, 10.000 anos de um mistério sob o mar

Na ilha de Yonaguni, ao sul do Japão, o Sr. Kihachiro Aratake, em 1.985, estava mergulhando em busca de novos locais para levar os turistas a mergulharem quando se deparou com uma uma plataforma com escadarias, até então desconhecida.

Com cerca de 200 metros de oeste ao leste, cerca de 140 metros de norte ao sul e com seu ponto mais alto medindo 26 metros, essas ruínas apresentaram um grande arco ou portão de enormes pedras belamente encaixadas na maneira da construção pré-histórica encontrada junto as cidades Incas do outro lado do Oceano Pacífico, nos Andes da América do Sul.Mais ainda, a arquitetura inclui o que parecem ser ruas pavimentadas e cruzamentos, grandes formações parecidas com altares, escadarias levando à amplas praças e caminhos processionais sobrepujados por pares de altas estruturas que lembram postes.

Essas estruturas, de forma similar aos zigurats da Mesopotâmia, seriam os edifícios mais antigos do mundo: Foram construídam cerca de 10.000 anos atrás! Foram encontradas marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, inclusive entalhes, mas não só isso, uma pedra com hieróglifos foi encontrada.

Marcas de ferramentas e esculturas foram descobertos em cima das pedras (e documentado), que indicam que eles foram construídos ao invés de ser estruturas de pedra natural

Para espanto de todos, submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta, Golfo do México.

Essa “cidade” estava acima do nível do mar há 10.000 anos atrás ou mais, perturba as teorias cientificas. Claro, os dados que temos sobre símbolos e escrita, atividades sociais e culturais, são de uns 5.000 a.C., incluindo as Pirâmides do Egito!

Não se sabe o que aconteceu, se a região afundou ou se foi encoberta pela elevação do oceano, sendo este o caso mais provável. Mas o mistério dessas ruínas tem de ser estudado e receber muito mais recursos para isso, por dois motivos claros:

– Ficou óbvio que 10.000 anos atrás existiu uma civilização com escrita desenvolvida, arquitetura espetacular capaz de realizar ruas (!!!), arcos, encaixes entre pedras que até hoje não somos capazer de reproduzir e ângulos de 90º perfeitos em suas escadarias… de onde veio tudo isso?

– Com a atual elevação do nível do mar, cabe à essas ruínas servirem de alerta para nós? Se eram tão avançados e acabaram por sucumbir diante das mudanças climáticas, o mesmo pode ocorrer conosco devido às atuais mudanças no Planeta?

Que tal destinar a devida atenção e recursos para estudar esse achado que pode revolucionar nossa arqueologia e consequentemente o entendimento dos atuais impactos das mudanças climatológicas? A urgência deste estudo é gritante, após dois grandes terremotos e a ocorrência do Tsunami, não se sabe ainda o que aconteceu com este sítio arqueológico.

Muita gente não dá a devida atenção à questão climática atual mas, diante desse achado é urgente pelo menos um entendimento maior de nossa história.

Afinal, quem é o “pré-histórico” nisso tudo: Maias, Aztecas, Egípcios e essa nova civilização ou nós, que achamos que milhões de toneladas de pedras perfeitamente encaixadas, com técnicas e conhecimentos matemáticos que não fazemos idéia de como eles adquiriram, nada mais serviam do que para fazer túmulos ou palcos para cerimônias religiosas e sacrifíficos? Ingenuidade…

Talvez não tenhamos como saber o quanto avançado eles eram, ou mesmo quem eram eles, mas poderíamos talvez entender o que aconteceu e, quem sabe, garantir a existência desta nossa civilização nos anos vindouros.

Comidinhas rápidas e saudáveis? Conceito de ‘fresh food’ chega ao Brasil

As redes londrinas Eat e Pret a Manger são lanchonetes que servem o que poderia ser classificado como “comidinhas rápidas e saudáveis”. As redes fizeram tanto sucesso na Europa nas últimas duas décadas, que se expandiram para lugares como Nova York ou Hong Kong, graças, principalmente, à forte adesão de quem passa o dia na rua e quer comer barato sem ser no consagrado padrão fast-food McDonald’s.

No Brasil, os sócios franqueadores da rede varejista Mundo Verde decidiram adotar a tendência: inauguram em maio um novo negócio inspirado no tal conceito de “fresh food”. A primeira loja no gênero será aberta no centro do Rio de Janeiro. Mas ainda não tem nome.

A motivação para o empreendimento é fácil de ser compreendida. O negócio de franquias da Mundo Verde quer expandir horizontes e, lógico, melhorar os dividendos dos acionistas. Com um braço no segmento de serviços de alimentação fora de casa, que absorverá produtos dos fabricantes que se desenvolveram no entorno das lojas da rede, todo o sistema cresce.

Leia mais:

Conceito de ‘fresh food’ chega ao Brasil – vida – Estadao.com.br.

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