Cientistas russos alertam para colisão com asteróide em 2036 e conferência internacional é convocada

Foto:anglonautes.com

13 abril de 2036 é a data de impacto quando o asteróide Apophis vai destruir a Terra com a força de 50 milhões de bombas de Hiroshima, de acordo com pesquisas baseadas em previsões de cientistas russos. Não é apenas mais uma história de terror: tantos cientistas concordam, que uma grande conferência internacional foi convocada.

Na sua obra de pesquisa “Os astrónomos prevêem que um asteróide assassino irá atingir a Terra em 2036”, o pesquisador e escritor norte-americano Terrence Aym* cita o professor russo Leonid Sokolov, da Universidade de Leningrado, afirmando em uma entrevista na TV recentemente, que “É provável que uma colisão com a Terra pode ocorrer em 13 abril de 2036”, com o asteróide Apophis.

Aym aponta que Apophis é o nome grego do Deus egípcio Apep, ou “O antítese do Criador”.

Não são palavras ocas, não é tentativa de semear o pânico. Cada vez mais cientistas reconhecem que o perigo é real, tantos que uma grande cimeira internacional foi convocada. Anatoly Perminov, chefe da Agência Espacial Federal Russa Roscosmos, declarou em um comunicado de imprensa oficial: “As autoridades espaciais russas e os membros da Comissão Europeia se reunirão no início de julho para discutir a união de forças contra milhares de asteróides potencialmente perigosos”.

Até 2004, de acordo com o trabalho, o Apophis não tinha sido visto, no entanto, nos últimos sete anos tem sido reconhecido como a ameaça mais grave para o nosso planeta, e para citar Terrence Aym, “a ameaça mais iminente para a raça humana”.

Trajetória calculada pela NASA como área provável de impacto - Foto:asteroidapophis.com

A trajetória do Apophis criou uma divisão na comunidade científica internacional: os russos e os europeus estão cada vez mais preocupados, enquanto os astrônomos da NASA minimizam as hipóteses de uma colisão. Seja qual for o caso, qual é o plano em caso de um ataque catastrófico, uma repetição do impacto do asteróide em Yucatan há 65 milhões de anos que eliminou a maioria das espécies de maior porte na Terra?

Para ser sucinto, não há plano nenhum. A Rússia e a União Europeia vão lançar um projeto conjunto de asteróides em uma reunião a ser realizada em 7 de julho de 2011, entre a Comissão Europeia e os cientistas e engenheiros da Agência Espacial Federal Russa, a Academia de Ciências da Rússia e representantes de outras instituições e organismos científicas e civis.

A Agência Espacial Russa Roscosmos, calculou que tal impacto não só causaria a mudança climática maciça, mas pior, com um impacto equivalente a um milhão de megatoneladas de TNT (50 milhões de bombas de Hiroshima), seria o suficiente para aniquilar a civilização moderna. Terrence Aym escreve que uma cratera com um diâmetro de mil quilômetros seria criada e a poeira lançada na atmosfera iria apagar o Sol, criando um inverno de tipo nuclear com duração de até dezenas de milhares de anos.

O trabalho continua com uma citação sinistra do especialista russo: “Nos últimos anos, a atenção de cientistas, técnicos, políticos e militares tornou-se cada vez mais centrada no risco de asteróides e cometas, ou seja, a ameaça de colisão da Terra com grandes corpos oriundos do espaço”, declarou Perminov.

Fonte: Pravda.ru

Leia o artigo original em Inglês:  “Astrônomos prevêem agora asteróide assassino irá atingir a Terra em 2036”

 

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