James Cameron diz que vai filmar documentário sobre Belo Monte – vida – Estadao.com.br

James Cameron no set de filmagem da "Avatar"

Jornalistas que estiveram em jantar com James Cameron na noite de quarta-feira em Manaus assistiram à inusitada cena de um honradíssimo Cameron sendo apelidado pelo índio caiapó Raoni de Kapremp-ti: o homem forte da aldeia, com um cumprimento típico.

Cameron afirmou que gostaria de ter conhecido os caiapó antes de fazer o Avatar. “Teria feito um filme melhor”, disse ele. O cienasta também garantiu que vai fazer um documentário com os índios caiapó e a hidrelétrica de Belo Monte.

Presente na abertura do II Fórum Mundial de Sustentabilidade, que contou também com a presença “ilustre” de Arnold Schwarzenegger, ex-governador da Califórnia, Cameron não mudou o discurso contrário à hidrelétrica de Belo Monte (PA), que já havia feito no ano passado, na primeira edição do evento.

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Video: Contra o calor, cientistas projetam “nuvem artificial” para Copa do Mundo no Catar

Cientistas da Universidade do Catar apresentaram o projeto de um aparelho que funcionaria como uma “nuvem artificial” para amenizar o calor previsto nos jogos da Copa do Mundo de 2022, a ser realizada no país.

A “nuvem” flutuaria no céu com a ajuda de gás hélio, bloqueando os raios solares e refrescando o estádio onde se realiza o jogo.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Leia mais: BBC Brasil – Notícias – Cientistas projetam nuvem artificial para Copa do Catar.

É bom lembrar: No dia 22 deste mês, um terremoto de 6 graus atingiu a costa sul-americana, no Atlântico

 

Localização do ponto onde ocorreu o sismo

Embora não muito divulgado, um terremoto de 6 graus de magnitude foi registrado no Atlântico, diante das costas da América do Sul, nesta terça-feira passada (22), na atividade sísmica mais recente depois do tremor do ano passado, de 8,8 graus, que arrasou parte do Chile, informou o serviço de sismologia dos Estados Unidos.

O terremoto aconteceu às 13H31 GMT (10H31 de Brasília) e teve epicentro 2.789 quilômetros ao leste-sudeste da cidade de Campos (RJ), no Brasil.

Embora raro e também pareça distante, serve para lembrar que não estamos imunes ao que aconteceu no Japão, seja na ocorrência de um terremoto, seja na ocorrência de um Tsunami. Seria bom termos um sistema de monitoramento e divulgação em tempo real como forma mínima de prevenção.

Atividades sísmicas do planeta hoje:

 

Veja os sismos ocorridos na data de hoje (25) até o presente momento

Camada de Ozônio afina no Ártico e Polo Norte pode ter seu primeiro “buraco de Ozônio” da história

 

As belas nuvens geladas do Ártico: vilãs?

Desta vez não é o CFC o vilão da estória, tal qual o foi sobre a Antártida. Geradas por temperaturas estremamente frias, nuvens retiram a maior parte do Ozônio protetor de nossa atmosfera, e esse frio é resultante, por mais estranho que pareça, do aquecimento global: Como os gases de efeito estufa prendem o calor nas camadas mais baixas da atmosfera, os níveis mais altos tendem a esfriar.

E esse resfriamento contínuo da alta altitude sobre o Ártico pode já ter reduzido em 50% as concentrações de Ozônio, e nada indica que irá parar por aí.

“Dados preliminares de 30 estações de monitoramento de ozônio em todo o Ártico demonstram que o grau de perda de ozônio foi maior neste inverno do que nunca”, disse Markus Rex, um físico do Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marinha, em Bremerhaven, Alemanha.

“Não sabemos no momento quando o buraco de ozônio no Ártico vai aparecer,  porque o afinamento da camada de ozônio está acontecendo agora”, disse Simone Tilmes, do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR) em Boulder, Colorado. Veja a reportagem completa no website da National Geographic.

Nossa proteção global de ozônio está a cerca de 12 milhas (20 quilômetros) acima da Terra e bloqueia a maior parte da radiação ultravioleta do sol, livrando-nos, em grande parte, de queimaduras solares e cancro da pele.

Esse possível novo buraco é uma novidade nada bem vinda: nosso planeta está mudando.

Brasil está preparado para evitar contaminação radioativa em aeroportos, afirma diretor da Cnen

15/03/2011 - Detector de radiação marca nível de contaminação maior do que o padrão perto de estação de trem de Shibuya, Tóquio - Foto: AP

O Brasil está preparado para evitar que pessoas, alimentos ou objetos contaminados pela radiação das usinas nucleares japonesas afetadas pelo terremoto no Japão contaminem também os aeroportos brasileiros. A garantia foi manifestada à Agência Brasil pelo diretor de Radioproteção e Segurança Nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Laércio Antônio Vinhas.

“O Brasil não só está preparado como sempre esteve preparado”, disse ele hoje (23), depois de participar de uma audiência pública no Senado. “E tão logo aconteceu o acidente no Japão, eu orientei as equipes e os nossos técnicos, para que se mantivessem preparados. Foram, então, feitas novas verificações de todos os equipamentos que possam vir a ser utilizados. Todos já foram recalibrados”, informou o diretor do Cnen.

“Estamos prontos, quer seja para monitorar pessoas, quer seja, quando necessário, para fazer as medidas em alimentos e outros produtos que venham do Japão”, acrescentou. Laércio explica que, até o momento, é muito baixo o risco de pessoas contaminadas chegarem ao Brasil, porque a contaminação atingiu, efetivamente, apenas um pequeno público.

“E as pessoas contaminadas se contaminaram de forma muito leve. Basta dizer que, em Taiwan, lá perto de onde o acidente ocorreu, estão monitorando todas pessoas. Por dia, apenas cerca de dez pessoas são detectadas com contaminações leves e são liberadas imediatamente sem sequer ficarem retidas”, informou o especialista.

Uma das razões apontadas por ele para mostrar que é reduzido o risco de os aeroportos brasileiros serem contaminados é o fato de não haver voos diretos do Japão para o Brasil.

“Essas pessoas vão descer em algum outro aeroporto, e é quase certeza de que elas vão ser monitoradas nesses outros locais. Alguns desses aeroportos, por exemplo os norte-americanos, monitoram as pessoas independentemente do acidente ocorrido no Japão, pelo receio de que alguém chegue com material radioativo e cometa algum atentado terrorista com bomba suja”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

Pegada hídrica – O consumo de água escondido nos produtos

Um total de 140 litros de água são consumidos direta e indiretamente em toda a cadeia produtiva do café para que se possa tomar uma xícara dessa bebida, segundo a Water Footprint Network (WFN). Se trocarmos o café pelo chá, diz a organização, contribuiremos para a economia de água: para fazer uma xícara de chá padrão, de 250 ml, são necessários 30 litros de água.

Além do café e do chá, a WFN coloca à disposição dados sobre o consumo de água na elaboração de diversos produtos. Para um quilo de açúcar são consumidos em média 1,5 mil litros de água; para uma taça de vinho, 120 litros; para um quilo de carne bovina, 15 mil litros – dependendo das características regionais, há variação nos números. Essa quantidade de água para produção de um bem recebeu o nome de “pegada hídrica”.

O holandês Arjen Hoekstra, diretor científico da WFN, criou há dez anos esse conceito, na Universidade de Twente. Porém, só mais recentemente o debate saiu da academia e começou a chamar a atenção de consumidores e empresas.

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O consumo de água escondido nos produtos – vida – Estadao.com.br.

Festival celebra arte de caçar com águias

Foto: Vladimir Voronin / Caters

O fotógrafo quirguize Vladimir Voronin registrou em uma série de imagens uma águia-dourada caçando um coelho. O pássaro é treinado para ajudar homens nas planícies do Quirguistão e do Cazaquistão.

Os animais, que tem envergadura de 2,1 metros e chegam a pesar seis quilos, caçam coelhos, raposas, faisões, lobos e chacais durante as festividades.

“Também foi bom ver os pássaros caçando em seu habitat natural. Às vezes esquecemos que é isso o que eles sempre fizeram e o que continuarão fazendo depois de termos desaparecido”, diz.

Veja as fotos e leia mais:

BBC Brasil – Notícias – Festival celebra arte de caçar com águias.

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