Camelos nas dunas do Rio Grande do Norte: que tal um passeio?

Há treze anos, um suíço e uma brasileira resolveram importar dromedários. Hoje, eles mantém uma criação com 20 animais e oferecem passeios com os animais nas dunas do Rio Grande do Norte.

Em um estado no Nordeste do Brasil, assim como no mundo árabe, é possível passear em cima de dromedários, também conhecidos como camelos árabes. Esse tipo de atividade costuma ser oferecida a turista em países como Marrocos, Emirados Árabes Unidos e Egito, e chegou ao Brasil em função do empreendedorismo de uma nordestina e um suíço. Philippe Landry, desde a Suíça, já tinha viajado pelo Marrocos e passeado de camelo. Quando esteve a turismo na praia potiguar de Genipabu, no Brasil, achou que o local, com suas dunas, era ideal para a atividade.

“Somos os únicos que temos criação de dromedários para passeios. Em outros lugares do Brasil há reprodução [de dromedários], mas em zoológicos”, afirma Cleide Batista, que, juntamente com Landry, é dona da Dromedunas, empresa que oferece passeios de camelos árabes a turistas no Rio Grande do Norte. O suíço e a brasileira também mantém a criação de camelos em Genipabu, que fica no município de Extremoz, a 25 quilômetros de Natal, a capital do estado.

Cleide conta que Landry já tinha se mudado para o Brasil e estava disposto a investir na ideia dos passeios de dromedário quando a conheceu. Na época, a empreendedora dava aulas de português para Educação Infantil e deu classes para a filha do suíço. Os dois, então, foram morar juntos, e em no final de 1998, começaram a empresa. “Era camelo, casamento, tudo junto!”, afirma a potiguar. Foram importados, da Espanha, a princípio, seis dromedários. Depois mais quatro animais.

Foi quando os dois viram que não conseguiriam fazer o negócio crescer sem criação própria. E partiram para a reprodução dos dromedários. “Dez nasceram aqui”, conta Cleide. O último animal que nasceu, uma fêmea, inclusive, teve votação na internet, no site da Dromedunas, para a escolha do seu nome. Acabou sendo chamada de Zatara. Cleide e Landry se separaram em 2004, mas seguem sócios. Eles mantêm 12 pessoas para cuidar dos passeios e da criação dos dromedários. Os filhos mais velhos – cada um tinha dois filhos de relações anteriores – ajudam no negócio.

Responsabilidade ambiental: As hortas comunitárias são adubadas com HÚMUS de DROMEDÁRIO após a compostagem feita na EMATER. A Dromedunas doa semanalmente 40 kilos de húmus para adubar as hortas.

Nos passeios da Dromedunas, a empresa oferece lenços aos turistas, para que eles possam colocá-los sobre as cabeças, imitando os árabes. Os animais da empresa são os de uma corcova apenas e têm como origem a Península Arábica. Existe também o camelo bactriano, que é originário da Ásia, e tem duas bossas. Mais informações no site www.dromedunas.com.br
Fonte: ANBA

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Uma resposta to “Camelos nas dunas do Rio Grande do Norte: que tal um passeio?”

  1. Dimas Levi Ornellas Says:

    Que Deus abençoa essa turma que faz de um Brasil , melhor, para um mundo melhor.Que os turistas façam bom proveito dessa maravilhas,

    Curtir


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