Médicos Sem Fronteiras – Os milagres de nossos voluntários anjos da guarda

“Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos preocupados e comprometidos possa mudar o mundo. Sem dúvida, É a única coisa que ocorre de fato.”
Margaret Mead – antropóloga cultural norte-americana

Saúde, educação, meio-ambiente, política… a soma de todos os fatores que regem nosso planeta, sejam eles gerados pela natureza ou pela ação do Homem, resultam na realidade do planeta em que vivemos hoje.

Tudo se relaciona e nos afeta diretamente. Desta equação temos os componentes como aquecimento global, poluição, fome, secas, guerras, devastação de florestas, poluição das águas, dentre outros. E trabalhando nesta equação temos políticos, ambientalistas, e uma série de pessoas que tentam (ou não!) resolver a complicada matemática de nosso dia a dia.

O mais importante é sabermos que, ao mesmo tempo em que países do G8 sentam à mesa para discutir durante anos como reduzir reles 2% (??) de emissões de CO2 para desacelerar o efeito estufa e não chegam à um acordo sobre isso, pois diversos interêsses de ordem econômica estão envolvidos, voluntários arregaçam as mangas, deixam de lado sua vida privada, e arriscam-se em territórios hostis devastados por guerras e epidemias para ajudar vítimas de catástrofes, políticas ou da natureza, sem nada cobrar, sem esperar por reconhecimento como fama ou fortuna: Este é o milagre dos Médicos Sem Fronteiras!

O MSF foi criado em 1971 por um grupo de jovens médicos e jornalistas que, em sua maioria, tinham trabalhado como voluntários em Biafra, região da Nigéria, que, no final dos anos 60, estava sendo destruída por uma guerra civil brutal.

De acordo com a apresentação no próprio website: Nos últimos 30 anos, a organização Médicos Sem Fronteiras tornou-se conhecida mundialmente por seu trabalho em situações de emergência. Entretanto, muitas vezes, MSF permanece junto às populações atingidas mesmo depois de controlados os problemas que motivaram sua presença em determinada região.

O trabalho continua na reconstrução de estruturas de saúde, nas atividades de prevenção, nas campanhas de vacinação ou na assistência a refugiados. Com o passar do tempo, Médicos Sem Fronteiras sentiu a necessidade de intervir com projetos de longo prazo, não apenas para atender as situações pós-emergenciais, como também para levar cuidados de saúde a pessoas afetadas pela exclusão social.

Uma outra característica essencial do trabalho dos Médicos Sem Fronteiras é tornar público aquilo que observa em campo. Em circunstâncias extremas, MSF entende que a melhor maneira de proteger a população de desastres humanitários, como genocídios, fome e limpeza étnica, é falar sobre suas motivações políticas e econômicas, mesmo que esta posição comprometa a presença da organização no país.

MSF é independente de governos. A maioria dos recursos da organização vem de contribuições privadas, o que permite a MSF atuar com agilidade e independência, e proporciona a liberdade de que MSF precisa para falar sobre indivíduos, organismos e governos que estejam infringindo os direitos humanos. Essas declarações públicas são um ato de proteção às populações em perigo que impedem a cumplicidade com os abusos testemunhados pelos profissionais da organização.

A união de intervenção rápida e eficiente com o compromisso de tornar conhecidas as violações de direitos humanos é a forma com que Médicos Sem Fronteiras responde a guerras mundialmente conhecidas, conflitos ignorados, falência de sistemas de saúde, epidemias mundiais como a Aids ou doenças negligenciadas como a tuberculose e a malária. Em 1999, o recebimento do Prêmio Nobel da Paz consagrou internacionalmente o trabalho da organização. É por assumir sua missão como um desafio permanente que Médicos Sem Fronteiras se mantém presente nos 5 continentes, nas regiões mais remotas.

A Organização chegou ao Brasil em 1991 para combater uma epidemia de cólera na Amazônia. A partir daí, começou a atender desabrigados de enchentes, moradores de rua e comunidades carentes e, hoje, mais de 15 mil profissionais trabalham com Médicos Sem Fronteiras em cerca de 70 países.

Visite e conheça: http://www.msf.org.br/

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