Ecologia ou mau-humor? Escolha, você não pode ter os dois!

Quase sempre deparamos com matérias, e que trazemos até você aqui em nosso blog, que falam de protestos ou iniciativas de pessoas ou organizações no mínimo originais. Seja, por exêmplo, a “nudez em Londres contra a exploração de peles de animais”, seja a “reunião de ministros embaixo d’água contra o aquecimento global”, todas elas têm em sua essência o bom-humor.

As ações que mais chamaram a atenção da população, da mídia são as fundamentadas no bom-humor, que geram maior aceitação de todos e exatamente por isso causam maior pressão sobre os governantes em geral.

Mas não é somente isso, “praticar” ecologia, sustentabilidade, é uma ação que traz à todos, sem exceção, um bem-estar íntimo, não só pelos resultados benéficos ao nosso meio ambiente, mas à nossa realização pessoal. Quem não se sente bem executando uma ação ecológicamente correta, por mais simples que seja?

Experimente entregar seu óleo de cozinha usado em uma das padarias credenciadas para recebê-lo, a satisfação no minuto seguinte de dever cumprido é imediata. Assim como separar o lixo reaproveitável, não jogar pilhas fora, recarregar seus gadgets com um pequeno painel solar portátil, economizar água… todas essas pequenas e rápidas ações são garantia de satisfação pessoal imediata quando realizadas.

Qual arquiteto ou engenheiro que não sente o dever cumprido quando realiza um projeto sustentável? Qual indústria que não tem o prazer de colocar em seu catálogo produtos ecologicamente corretos?

Qualquer candidato à qualquer cargo político que desejar se eleger nos dias de hoje tem que ter um discurso “eco-fundamentado” e qualquer político vai correr para frente das câmeras para anunciar um projeto benéfico ao meio ambiente realizado!

É comum chamarem os ambientalistas de “eco-chatos”, mas este não seria um termo dado por quem vai na contra-mão do planeta? São esses os mesmos carrancudos que destróem florestas, derramam produtos químicos em rios, não colocam filtros nas chaminés de suas fábricas, jogam materiais radioativos em terra e mar. Mau-humor junto com irresponsabilidade, somatória comum, triste e danosa…

Não é preciso ser altamente especializado para ser um ambientalista. Esqueça doutorados, Phd, diplomas… nada disso você precisa para defender seu meio ambiente, para ser amigo do seu próprio planeta: Basta bom-humor, boa vontade e um pouquinho de tempo – não é a mesma coisa básica necessária entre 2 amigos? Seu amigo sob seus pés, o Planeta, agradece e retribui.

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