Sim, existe lixo radioativo em São Paulo

lixo radioativoCerca de 80 toneladas de areia com metais pesados estão num terreno da avenida Miguel Yunes, 115, em Interlagos, na zona sul da capital. E uma pequena parte contém materiais radioativos: urânio e tório. Esse material sobrou da Usina de Santo Amaro (Usam), que funcionava em São Paulo e foi fechada em 1992.

A história começa com a Nuclemon (Nuclebrás de Monazita e Associados), uma estatal criada nos anos 1970 e ligada ao programa nuclear brasileiro. Ela controlava a Usina de Santo Amaro, onde eram produzidas as chamadas “terras raras” – minerais usados para fabricação de produtos eletrônicos, computadores, ímãs e mísseis, por exemplo. A matéria-prima da usina era a chamada areia monazítica, que era extraída do litoral norte do Estado do Rio e levada até a Usam para processamento. Essa areia contém 4 minerais: ilmenita, zirconita, rutilo e monazita. Os três primeiros não são radioativos e têm aplicação na indústria de metalurgia e cerâmica. Já a monazita, além de possuir 60% de terras raras em sua composição, contém tório (5%) e urânio (0,2%).

Leia a matéria completa na revista Super Interessante, da editora Abril, no link: “25 coisas que estão escondendo de você”

Smiley nerd Saiba mais sobre “Terras raras” aqui no blog, em “Guerra por terras-raras já é fato: saiba o que é e como afeta você”

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