Com presenca do Nobel de Fisica, conferencia sobre raios cosmicos comeca no Rio

voyagerComeça nesta terça-feira (02/07), no Rio de Janeiro, a 33ª edição da International Cosmic Ray Conference (ICRC), um dos principais encontros da Física no mundo. Com atividades no Centro de Convenções Sul América até o dia 9, o evento ocorrerá pela primeira vez na América do Sul.

A primeira edição do ICRC ocorreu logo após o fim da Segunda Guerra Mundial e, desde então, o evento tem sido realizado a cada dois anos. Os dois últimos encontros foram em Pequim (China), em 2011, e Lodz (Polônia), em 2009.

O ICRC se dedica a tópicos tradicionalmente ligados à física dos raios cósmicos e à astrofísica de altas energias e de partículas. Também atrai cientistas que trabalham com temas ligados a raios gama e neutrinos. No Brasil, pela primeira vez haverá a participação da comunidade que estuda a matéria escura.

Estão planejadas mais de 300 palestras científicas – em sessões plenárias e paralelas – bem como diversas palestras para o grande público. Ed Stone, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, sigla em inglês), nos Estados Unidos, que dedicou quase 40 anos aos estudos das sondas Voyager, falará sobre uma das sondas da missão, a Voyager 1, que está prestes a deixar o Sistema Solar.

O evento terá também a participação de Samuel Ting, Nobel de Física de 1976, que falará sobre a matéria escura, o misterioso componente que responde por cerca de um quarto da constituição do Universo.

Outro assunto que promete ser amplamente discutido é o CTA (sigla em inglês para Rede de Telescópios Cherenkov), experimento internacional para localizar no céu fontes de raios gama. O CTA será formado por duas redes de telescópios, uma no hemisfério Norte e outra no Sul. A concorrência pelo local de instalação no hemisfério Sul está entre Argentina, Chile e Namíbia.

Mais informações sobre a conferência: www.cbpf.br/icrc2013

Fonte: Agência FAPESP

raios cosmicos

Smiley nerd  Raios cósmicos são partículas extremamente penetrantes, dotadas de alta energia, que se deslocam a velocidadespróximas à da luz no espaço sideral. Portanto, raios cósmicos não são raios, mas partículas.

Essas partículas, ao chegarem à Terra, colidem com os núcleos dos átomos da atmosfera, a cerca de 10 mil metros acima da superfície do planeta, e dão origem a outras partículas, formando uma “chuva” de partículas com menos energia, os chamados raios cósmicos secundários.

O número de partículas que chegam ao nível do mar, em média, é de uma partícula por segundo em cada centímetro quadrado. Os raios cósmicos secundários são inofensivos à vida na Terra, mas os raios cósmicos primários são perigosos para os astronautas no espaço.

Fonte: Wikipedia

 

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