in natura, processados, ultraprocessados… você sabe diferenciar estes alimentos?

13401648255_1878e2e37e_min natura, processados, ultraprocessados… estamos acostumados a ler estes termos relativos aos alimentos que compramos, mas você sabe qual a diferença entre eles?

Alimentos in natura são aqueles obtidos diretamente de plantas ou de animais e adquiridos para consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza, como folhas e frutos ou ovos e leite.

Alimentos minimamente processados são alimentos in natura que foram submetidos a alterações mínimas, a exemplo dos grãos secos polidos ou moídos na forma de farinhas, cortes de carne resfriados ou congelados e leite pasteurizado.

Já os alimentos processados (queijo, pães, geleias, frutas em calda) devem ser consumidos em pequenas quantidades e como ingredientes ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

Os alimentos processados são produtos relativamente simples, fabricados essencialmente com a adição de sal ou açúcar ou outra substância de uso culinário como óleo, a um alimento in natura ou minimamente processado.

Outro hábito essencial é evitar os alimentos ultraprocessados, que estão fortemente associados a sobrepeso, obesidade e doenças crônicas não transmissíveis. Entre eles, estão vários tipos de biscoitos, sorvetes, misturas para bolo, barras de cereal, sopas, macarrão e temperos “instantâneos”, salgadinhos “de pacote”, refrescos e refrigerantes e bebidas lácteas adoçadas e aromatizadas.

Fonte: nacoesunidas.org

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FAO: estimativas são de 5 trilhões de peças de plástico boiando nos oceanos

plastico oceanosA Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, alertou que cerca de 5 trilhões de peças de plástico estariam atualmente flutuando nos oceanos do planeta. Segundo a agência, isto coloca em questão seu impacto potencial numa cadeia de abastecimento alimentar que vai de plâncton a mariscos, peixes, baleias e, eventualmente, seres humanos.

Estudo

A FAO está apoiando um projeto que busca traçar o impacto de resíduos plásticos, incluindo lixo como sacolas plásticas e material usado em produtos como cosméticos e itens de banho no Oceano Índico.

O navio de estudos, operado pelo Instituto Norueguês de Pesquisa Marítima, IMR, em colaboração com a agência da ONU, desde 1975 viaja pelos oceanos para coletar informações sobre recursos marinhos e a saúde dos ecossistemas marítimos. O outro objetivo é ajudar a treinar cientistas em todo o mundo. Cerca de 18 investigadores de oito países estão a bordo no momento, na segunda de duas missões sazonais.

Normalmente, pesquisadores medem temperaturas de oceanos, níveis de oxigênio, clorofila e processos biológicos como produção de plâncton e distribuição de peixes. No entanto, este ano, havia dois objetivos adicionais, entre eles, avaliar a escala e natureza do lixo industrial em partes remotas do sul do oceano Índico.

Vida Selvagem

O líder da primeira etapa, Reidar Toresen, do IMR, afirmou que a equipe achou “partículas de plástico” em quase todas as estações onde colheu amostras.

Resíduos plásticos no oceano podem ser ingeridos por vida selvagem causando danos. Até pequenos plânctons já foram vistos consumindo resíduos plásticos.

A FAO alerta que isto pode ter resultados trágicos e cita o exemplo das tartarugas marinhas que comem sacolas plásticas e, muitas vezes, morrem porque sua digestão é paralisada.

Ilhas de Lixo

De acordo com a agência, enormes ilhas de lixo flutuantes, com o dobro do tamanho do estado do Texas, foram recentemente localizadas nos oceanos Atlântico e Pacífico. No entanto, o sul do oceano Índico é relativamente inexplorado.

Na missão em curso, a equipe também está lançando novos sensores, de alta tecnologia para medir uma série de elementos biológicos em águas profundas.

Alta Tecnologia

Estes sensores robóticos estão um passo a frente em relação ao robôs flutuantes que já são usados para monitorar temperatura e salinidade dos oceanos.  Os novos são programados para mergulhar em uma profundidade de até 2 mil metros para coletar indicadores da saúde dos oceanos.

Estes dispositivos coletam dados em diversas profundidades e após voltarem à superfície transmitem as informações aos cientistas por satélite.

A promoção de oceanos e pesca sustentável é um prioridade para a FAO. A produção pesqueira é fonte de 80 milhões de toneladas de alimentos nutritivos todos os anos. Junto com a aquicultura, a pesca fornece a cerca 3 bilhões de pessoas em todo o mundo 20% de sua ingestão de proteínas e quase 60 milhões de postos de trabalho.

Fonte: Empresa Brasil de Comunicação S/A – EBC

Sementes são depositadas em cofre no Ártico para preservação de colheitas no futuro, anuncia ONU

Foram depositadas 750 sementes de batata, assim como outros parentes de batata selvagem, por representantes das comunidades indígenas andinas do Peru, no Cofre Global de Sementes de Svalbard, na Noruega.

Vista da entrada principal do cofre global de sementes em Longyearbyen, a maior área povoada no território de Svalbard, no Ártico norueguês. Foto: ONU/Mark Garten

Vista da entrada principal do cofre global de sementes em Longyearbyen, a maior área povoada no território de Svalbard, no Ártico norueguês. Foto: ONU/Mark Garten

Como um passo significativo no sentido de preservar as colheitas antigas mais importantes do mundo para as gerações futuras, o chefe da agência de agricultura das Nações Unidas, em conjunto com cientistas e delegações do Peru, Costa Rica e da Noruega, assistiram nesta quinta-feira (27/08) uma cerimônia durante a qual sementes de batata foram depositadas em uma “caixa de segurança” no cofre de sementes do Ártico.

“Em poucas décadas, os sistemas alimentares do nosso planeta terão de alimentar um adicional de 2 bilhões de pessoas”, disse o diretor-geral da Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva. Ele acrescentou que “produzir mais e mais alimentos nutritivos será um feito ainda mais desafiador, como resultado da mudança climática”.

Foram depositadas 750 sementes de batata, assim como outros parentes de batata selvagem, pelos representantes das comunidades indígenas andinas do Peru, cientistas da Costa Rica, da FAO e as autoridades norueguesas no Cofre Global de Sementes de Svalbard no Círculo Ártico. O objetivo é garantir que agricultores e pesquisadores tenham acesso a uma grande diversidade de sementes e material genético de outras plantas – e um compartilhamento justo dos benefícios resultantes de quaisquer novas variedades.

Fonte: nacoesunidas.org – ONUBR

América Latina e Caribe propõem medidas para erradicar a fome na região até 2025

 

Frutas jogadas no lixo no Brasil. Foto: Flickr/Núcleo Editorial/Katia Mello (CC)

Frutas jogadas no lixo no Brasil. Foto: Flickr/Núcleo Editorial/Katia Mello (CC)

As milhares de toneladas de alimentos perdidos e desperdiçados a cada ano na região da América Latina e Caribe é um dos problemas que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) pretende abordar no seu plano para erradicar a fome, destacou nesta segunda-feira (25/05) a Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO).

“A América Latina e o Caribe respondem por 6% dos alimentos que se perdem e são desperdiçados em nível mundial a cada ano, número que bastaria para alimentar quase dez vezes o total de pessoas que passam fome na região”, explicou o representante regional da FAO, Raúl Benitez.

Segundo o relatório da FAO que fala sobre desperdício de alimentos, no México se perde em média 37% dos alimentos com os quais poderiam alimentar mais de 7 milhões de pessoas.

“A boa notícia é que tanto a CELAC quanto os países, as organizações privadas e os consumidores estão reagindo a esse fenômeno”, disse Benitez, destacando que só em 2013 a Rede Global de Banco de Alimentos recuperou 190 mil toneladas de alimentos na região, que foram distribuídos a mais de 12 mil organizações em 15 países.

Segundo a FAO, a CELAC assumiu a meta de acabar com a fome na região até 2025, e através do seu Plano de Segurança Alimentar, Nutrição e Combate à Fome, está impulsionando uma série de medidas para recuperar alimentos e evitar que acabem no lixo.

Fonte: nacoesunidas.org/


Ano Internacional da Quinoa pode diminuir insegurança alimentar e transformar a dieta mundial

    QuinoaA quinoa, um tipo de grão altamente nutritivo que entrou recentemente no cardápio de grandes chefs em todo o mundo, tem sido uma parte importante da alimentação durante séculos na América do Sul, entre as comunidades pré-colombianas agrícolas andinas da Colômbia ao Equador. Na verdade, a maioria da quinoa do mundo é cultivada no altiplano, que abrange o Peru e a Bolívia.

    Em 2012 o presidente da Bolívia, Evo Morales, foi nomeado embaixador especial para o Ano Internacional da Quinoa pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). A quinoa foi levada para os holofotes da ONU pelo presidente Morales — ele próprio um ex-agricultor do grão — que foi a nova Nova York para o lançamento do Ano, juntamente com a primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, que promove a dieta tradicional andina para combater a desnutrição infantil.

    Ao declarar 2013 o “Ano Internacional da Quinoa”, as Nações Unidas esperam popularizar uma semente de suporte à vida que pode ajudar a promover a segurança alimentar e a erradicação da pobreza, acabar com a desnutrição e estimular a biodiversidade em apoio à realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). É também uma forma de um reconhecimento aos povos indígenas que preservaram a quinoa através do conhecimento e práticas tradicionais passadas através dos tempos.

    “Nós queremos que o mundo a conheça”, disse Alan Bojanic, vice-representante de Escritório Regional da FAO para América Latina e Caribe, admitindo que algumas pessoas questionam a decisão de dar à quinoa um ano próprio.

    plantacao quinoaNa Resolução 66/221, a Assembleia Geral da ONU declarou o Ano Internacional da Quinoa em reconhecimento aos povos indígenas andinos “que conseguiram preservar a quinoa em seu estado natural como alimento para as gerações presentes e futuras, através de práticas ancestrais de viver em harmonia com a Natureza”. Por isso, o tema deste ano: “Um futuro semeado há milhares de anos”.

    A quinoa não é exatamente um grão, nem um vegetal. É um ‘pseudo’ cereal, parte do gênero Chenopodium e relacionado com a beterraba e o espinafre. As sementes de quinoa são isentas de glúten e têm todos os aminoácidos essenciais, oligoelementos e vitaminas necessários para a sobrevivência. Devido ao seu alto valor nutricional, os povos indígenas e pesquisadores o chamam de “o grão de ouro dos Andes”.

    Lâmpada Saiba tudo sobre o Ano Internacional da Quinoa:

  • www.quinuainternacional.org.bo
  • www.fao.org/quinoa-2013

Fonte: onu.org.br

A Quinoa (Chenopodium quinoa Willd.; Amaranthaceae) é uma planta nativa da Colômbia, Peru e Chile, que produz um grão considerado muito importante à alimentação e à vida do homem no altiplano andino. Originária das alturas dos Andes e conservada por quechuas e aymarás, com suas 3.120 variedades.

Após a invasão espanhola, os alimentos autóctones, como a quinoa, o amaranto e a maca, caíram paulatinamente em desuso e foram substituídos pelos grãos consumidos na Europa, como o trigo e a cevada.

Fonte: wikipedia

Estudo detecta nível expressivo de arsênio em arroz

arrozO arroz, um dos principais grãos da dieta do brasileiro, se não submetido a um controle de qualidade eficaz, pode apresentar uma concentração de variações do elemento químico arsênio acima do ideal. O alerta vem de uma pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP. “Tal concentração elevada pode contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas, como o câncer”, observa o farmacêutico-bioquímico Bruno Lemos Batista, autor do estudo.

Batista identificou concentrações expressivas do elemento arsênio em diversas variedades de arrozes consumidos no País, tais como o tipo branco (polido), o arroz integral (sem polimento) e parboilizado (do inglês partial boiled, ou seja, parcialmente fervido) integral ou branco. As concentrações eram semelhantes às encontradas por outros pesquisadores na China, Índia, Bangladesh e Estados Unidos, regiões com solos que contam naturalmente com a presença do arsênio. Nas análises, foram constatados níveis moderadamente elevados, na faixa dos 222 nanogramas (ng) de arsênio por grama (g) de arroz. O tipo integral foi um dos que apresentaram maiores concentrações, pois, em geral, o arsênio pode se acumular no farelo.

“Decidimos fazer a especiação química destes grãos, verificando que, em média, nossos grãos possuem ao redor de 40% do arsênio presente nas formas orgânicas, MMA e DMA, e 60% nas formas inorgânicas, As3+ e As5+, sendo que a AsB, dita não tóxica, não foi encontrada, similar ao encontrado por outros pesquisadores em outros países”, conta Bruno.

Considerando a média de arsênio no arroz e que o brasileiro consome 86,5 g desse grão ao dia, a ingestão de arsênio via arroz é pouco maior que via água em sua concentração máxima permitida para ingestão (10 microgramas [µg] de arsênio por litro de água), a partir da média de 2 litros de água diários. Bruno ressalta que o estudo trata da ingestão, e não absorção, desse arsênio presente no arroz pelo intestino. Durante os experimentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) realizou uma consulta pública para concentração máxima de 300 microgramas de arsênio por grama de arroz.

Diversas variações da substância

O arsênio se apresenta na natureza (solo, alimentos, água) em mais de vinte formas diferentes, algumas mais e outras menos tóxicas aos seres humanos, outros animais e até plantas. Dependendo da forma e da quantidade ingerida pela pessoa este arsênio pode causar sérios danos ao organismo como o câncer, causado pelo arsenito, uma das formas de arsênio. Por outro lado, existem formas que, se ingeridas em grandes quantidades, não causam danos ao organismo humano como, por exemplo, a arsenobetaína, comumente encontrada em alimentos marinhos como o camarão.

Políticas de saúde

Para o pesquisador, a fiscalização sobre o que consumimos deve estar entre as principais diretrizes das políticas públicas e, no caso do arroz, essa proposta não muda.”Temos que procurar sempre a segurança através, no mínimo, do monitoramento da concentração de arsênio e suas espécies químicas, principalmente as inorgânicas e, na medida do possível e da necessidade, realizar pesquisas básicas para entendê-las num processo dinâmico desde plantas até o ser humano”.

Para Batista, outros alimentos também deveriam entrar nesse monitoramento, “focando tanto a quantidade de elementos que causam danos ao organismo, como o mercúrio presente no peixe da Amazônia, como na quantidade de elementos químicos essenciais ao funcionamento do nosso organismo, como o selênio na Castanha do Pará”.

Fonte: Agência USP de Notícias

Apesar de comum, a alface é a rainha das saladas: entenda sua importância

alfaceOriginária da Europa e da Ásia, a alface pertence à família Asteracea, como a alcachofra, o almeirão e a chicória ou escarola. É conhecida desde 500 anos antes de Cristo.

A alface é rica em nutrientes e clorofila e tem a função de alcalinizar e  desintoxicar o corpo — principalmente o fígado. Esta hortaliça constitui uma  importante fonte de vitaminas (A, C e niacina) e sais minerais (sais de enxofre,  fósforo, ferro, cálcio e silício). Tem  propriedade calmante, sendo capaz de tratar casos de insônia e, em casos  de inflamação e inchaços, faz-se aplicações tópicas de cataplasmas quentes de  alface.

Rainha das saladas

A alface constitui uma importante fonte de sais minerais, principalmente de cálcio e de vitaminas, especialmente a vitamina A. Juntamente com o tomate, é a hortaliça preferida para as saladas devido ao seu sabor agradável e refrescante e facilidade de preparo.

Como comprar

A alface pode ter a folha lisa ou crespa, com ou sem formação de cabeça. Também existem alfaces com folhas roxas ou folhas bem recortadas. A alface tipo americana possui as folhas mais crocantes e forma cabeça.

Quaisquer das alfaces citadas acima podem ser cultivadas no solo ou em solução nutritiva (mistura de água e nutrientes). A alface cultivada em solução nutritiva, é chamada alface hidropônica.

As folhas da alface devem apresentar aspecto de produto fresco, ou seja, devem ser brilhantes, firmes, sem áreas escuras. Ao escolher a alface, deve-se evitar amassá-la ou quebrar as folhas, selecionando-a com cuidado, pelo seu aspecto. Em respeito aos outros consumidores, deve-se evitar pegar em todas as unidades expostas na banca.

A alface também pode ser comercializada já picada e embalada. É fundamental que esse produto esteja exposto em gôndolas refrigeradas para garantir a adequada conservação. Evite comprar este produto quando as folhas estiverem murchas, amarelecidas, com pontos escuros e mela, principalmente nas bordas.

Como conservar

A alface é uma das hortaliças que se estraga mais rapidamente. Fora da geladeira deve ser mantida com a parte de baixo dentro de uma vasilha com água ou dentro de saco de plástico aberto, em local bem fresco, por até 1 dia. Quando conservada em geladeira, deve ser mantida em saco de plástico ou em uma vasilha de plástico tampada, retirando-se as folhas de acordo com a necessidade de consumo. Nesta condição, a alface pode ser mantida por três a quatro dias. Quando já picada, deve ser mantida na embalagem original ou em vasilha de plástico tampada, por dois a três dias. A alface de hidroponia deve ser conservada com as raízes; assim durará por mais tempo.

A alface não tolera congelamento.

Como consumir

Alface2Deve-se lavar as folhas uma por uma em água corrente, e depois deixá-las de molho em solução de água sanitária (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água filtrada) por 30 minutos. Em seguida, as folhas devem ser enxaguadas com água filtrada. Ao contrário do que muitos pensam, a água sanitária ou vinagre não retiram os resíduos de agrotóxicos ou de pesticidas, mas eliminam microorganismos que podem estar nas folhas e causar doenças.

Dicas

* A alface roxa é muito saborosa e é consumida da mesma maneira que a alface verde. A alface americana é mais crocante, e indicada para o preparo de sanduíches por ser mais resistente ao calor do hambúrguer ou do bife.

* As folhas externas da alface, (aquelas de cor verde mais escura) são mais ricas em vitamina A .

* A alface deve ser servida separada do molho da salada, porque assim as sobras de alface poderão ser guardadas separadamente, servindo para outros pratos.

Fontes: cnph.embrapa.br e belezaesaude.com

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