NASA registra quatro grandes erupções solares, sendo 3 em menos de 24 horas

erupcao solarEstas imagens do Solar Dynamics Observatory da NASA mostram quatro erupções de classe X  ocorridas entre 12-14 maio de 2013 – foram as primeiras erupções de classe X (a mais forte) de 2013, sendo que 3 delas ocorreram em menos de 24 horas, o que não é muito comum se comparado com os dados obtidos até agora na observação do Sol.

Elas ocorreram no lado do Sol que não está de frente para a Terra, assim sendo as partículas liberadas pelo Sol não devem atingir a nosso planeta. Dentro de alguns dias o risco aumenta pois a área onde ocorreram as erupções ficará de frente para a Terra.

A NASA espera por um aumento destas ocorrências pois o ciclo normal de atividades do Sol, de 11 anos, está se aproximando de seu auge.

Fonte: NASA Solar Dynamics Observatory (Little SDO)

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Aplicativo para celulares facilita monitoramento e analise da atividade solar

tempestades magneticasO professor Eder Cassola Molina, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu um aplicativo para iPhone, iPad e iPod Touch para facilitar o monitoramento e análise da atividade solar.

Batizado de “Magnetic Storms”, o programa pode ser baixado gratuitamente no site itunes.apple.com/br/app/magnetic-storms/id575956246?mt=8 e opera em português do Brasil e de Portugal, além de em inglês, espanhol, italiano e francês

Desde que foi lançado, em novembro, o app já foi baixado mais de 1,2 mil vezes, principalmente por pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Austrália e Canadá.

“O aplicativo processa os dados sobre explosões solares e emissões de partículas pelo Sol, fornecidos por satélites geoestacionários internacionais, e os apresenta de uma maneira mais compreensível tanto para os pesquisadores como para o público interessado em atividade solar e nas implicações dela no campo magnético terrestre”, disse Molina à Agência FAPESP.

De acordo com o pesquisador, em razão dos processos nucleares que ocorrem no Sol, o corpo celeste emite milhões de partículas carregadas com carga positiva (prótons) ou negativa (elétrons) por segundo, constantemente.

Em ciclos de 11 anos em 11 anos, a estrela atinge seu pico de atividade – como acontece atualmente. Por causa disso, ocorrem erupções com maior intensidade e o Sol emite mais partículas carregadas do que o habitual.

“Ao chegarem à Terra, essas partículas interagem com o campo magnético terrestre e causam perturbações nele que podem gerar tempestades magnéticas”, disse Molina.

De modo a prever e estudar essas eventuais perturbações causadas por partículas solares no campo magnético terrestre, instituições de pesquisa internacionais, como o Space Weather Prediction Center (SWPC), da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), dos Estados Unidos, monitoram por satélite a atividade solar.

As informações disponibilizadas publicamente pelo SWPC na internet, no entanto, são difíceis de serem compreendidas até mesmo por especialistas da área.

“Os dados são apresentados na forma de números e tabelas não muito compreensíveis pelos pesquisadores e, muito menos, por leigos. Por isso, resolvi desenvolver o aplicativo para facilitar a análise e o entendimento dessas informações”, disse Molina.

Fonte: Agência FAPESP

Sol O aplicativo Magnetic Storms foi desenvolvido para permitir o monitoramento do campo magnético terrestre em tempo real, utilizando os dados dos satélites GOES que monitoram constantemente a atividade solar. Os três parâmetros principais apresentados são o Índice Kp, as erupções solares e o fluxo de prótons e elétrons. Com estas informações é possível prever mudanças súbitas no campo magnético e a ocorrência de auroras com até dois dias de antecedência.

Agencia da NASA (SDO) faz um video espetacular mostrando atividade solar

Usando um filtro especial para capturar essas imagens, a agência da NASA, Solar Dynamics Observatory (SDO) criou esse belo vídeo que mostra os “laços coronais” e ejeções de massa coronal. Pela beleza majestosa do nosso astro-rei, vale curtir o vídeo.

Crédito: NASA / Goddard Space Flight Center.

A enorme mancha solar AR11520 se despede do lado visivel do Sol com super explosao: video NASA

A enorme mancha solar AR11520 finalmente sai do lado visível do Sol, indo para o lado direito do astro-rei… que sorte nossa, pois a mancha se despediu com uma imensa explosão classe M7.7 com ejeção de massa coronal. Ao que parece não atingirá a Terra mas a NASA segue atenta à trajetória deste CME durante as próximas horas. Confira a magnitude da explosão no vídeo da NASA / Solar Dynamics Observatory (SDO).

Veja 24Hs de atividade solar em pouco mais de 2 min: belo video da NASA

Crédito: NASA

Este vídeo foi feito com imagens geradas pelo Solar Dynamics Observatory (SDO) da NASA e aplica um procedimento técnico adicional para melhorar as estruturas visíveis da superfície solar.

Embora não haja nenhum valor científico, esse procedimento tem como resultado uma maneira nova e bonita de olhar para o sol. Os quadros originais estão no comprimento de onda Angstrom 171 de radiação ultravioleta extrema, que mostra de plasma com temperatura de cerca de 600.000 Kelvin. O vídeo aborda 24 horas de atividade solar em 25 de setembro de 2011.

Crédito: NASA

NASA alerta para tempestades solares nos proximos dias. A mancha solar e simplesmente gigante – veja foto

erupcao-solar

A mancha solar AR1476 é muito grande. Para que você tenha uma idéia, aqui está uma foto para comparação de tamanho. A terra é o pequeno ponto abaixo da região ativa 1476.

Está ativa, nesse momento está de frente para a Terra e uma erupção solar classe M5.7 ocorreu hoje cedo.

Por culpa desta erupção, o Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês) da Nasa alertou para tempestades solares que devem atingir a Terra nos próximos dias.

Sol lança massa a 930 Km/s e deve provocar auroras nesta segunda-feira

No gráfico da NASA observa-se a posição da Terra em relação à trajetória da ejeção de massa coronal - clique para ver a animação

No sábado, 26 de novembro, uma labareda solar lançou uma ejeção de massa coronal (CME) em uma velocidade de cerca de 930 km/s para o espaço. Esta CME atinge a Terra hoje, segunda-feira, 28 de novembro. O impacto da nuvem de partículas ionizadas poderia desencadear uma tempestade geomagnética com alguns avistamentos de auroras em latitudes altas.

O fluxo do plasma atinge Terra em um-dois dias, mas o aumento do fluxo de prótons registra-se poucas horas depois da ejeção.

A chegada da massa principal da ejeção pode causar perturbações na magnetosfera do planeta – uma tempestade magnética. Uma tempestade magnética do índice 5 ou 6 por 10 na escala Kp (o nível de 0 a 3 por 10 corresponde à magnetosfera serena, 4 pontos – à magnetosfera perturbada, os níveis de 5 a 9 pontos – à tempestade magnética) pode ter início na tarde de hoje.

Fonte: NASA Solar Dynamics Observatory (Little SDO)

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