Artico: degelo custara mais caro para as nacoes do hemisferio sul

arctic-sea-ice-min-volume-comparison-1979-2012-v21Muitos países vêm encarando o degelo da região ártica do planeta, causado pela mudança climática, como uma oportunidade: não só a chamada Passagem de Noroeste, uma rota marítima ligando a Ásia à América do Norte, agora passa cada vez mais tempo aberta, facilitando e barateando o transporte de carga, como já surgem disputas de soberania envolvendo os recursos naturais que poderão vir a ser explorados na região, como o petróleo. Em 2007, um submarino russo plantou uma bandeira do país no leito oceânico por baixo do Polo Norte, e o governo canadense não viu graça nenhuma na proeza.

O degelo pode ter consequências trágicas para a fauna local, e a exploração de petróleo nas águas do Ártico traz o risco de vazamentos e outras catástrofes ecológicas. Mas, a despeito dos alertas de ambientalistas, a visão predominante ainda parece ser a de que as oportunidades superam, em muito, os perigos. Um comentário publicado na revista Nature de 25 de julho, no entanto, busca lançar uma dose de sobriedade em toda a euforia: de acordo com seus autores – pesquisadores da Universidade Erasmus, da Holanda, e de Cambridge, no Reino Unido – o custo do degelo pode superar os US$ 60 trilhões. Pondo o valor em perspectiva, os autores lembram que o PIB global em 2012 ficou em US$ 70 trilhões.

“Muito do custo recairá sobre países em desenvolvimento, que enfrentarão eventos climáticos extremos, saúde pior e perda na produção agrícola, à medida que o aquecimento do Ártico afeta o clima”, escrevem os autores. “Todas as nações serão afetadas, não apenas as do norte”.

De acordo com Gail Whiteman (Universidade Erasmus), Chris Hope e Peter Wadhams (Cambridge), o principal motor da mudança climática global causada pelo degelo do Ártico será a liberação do metano – um poderoso gás causador do efeito estufa – aprisionado no fundo do oceano.

rota-artico[5]“Um reservatório de metano de 50 bilhões de toneladas (…) existe na Plataforma Ártica da Sibéria Oriental”, diz o artigo. Esse gás “provavelmente será liberado à medida que o leito do mar se aquece, seja constantemente, ao longo de 50 anos, ou de modo repentino”.

Para simular os custos gerados por essa emissão de metano, os autores usaram o modelo de computador PAGE09, uma versão atualizada do sistema utilizado na elaboração do Relatório Stern sobre mudança climática, encomendado pelo governo britânico e publicado em 2006.

De acordo com as simulações, 80% dos prejuízos ocorrerão na África, Ásia e América do Sul. “O metano extra amplia as enchentes em áreas de baixa elevação, ondas extremas de calor, secas e tempestades”, diz o artigo.

Se o custo ambiental do degelo será pago por países do hemisfério sul, as nações que se preparam para aproveitar a nova fronteira econômica também se deparam com desafios potencialmente desastrosos nas esferas diplomática e militar. Em artigo de opinião publicado no jornal The New York Times em março deste ano, um oceanógrafo da Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, Paul Arthur Beekman, advertia para a necessidade de se evitar uma “Guerra Fria no Ártico”.

“Diversos países, junto com corporações como Exxon Mobil e Duth Shell, preparam-se para explorar as enormes reservas de óleo e gás natural da região. (…) Alguns Estados aumentaram sua presença de pessoal e equipamento militar” na área.

Fonte: Jornal da UNICAMP

Descongelamento do Artico assusta e pode custar ao mundo US$ 60 trilhoes de prejuizo

O metano liberado pelo degelo de um permafrost pode desencadear uma mudança climática catastrófica e devastar a economia global. Pelo menos é o que afirma um grupo de economistas e de cientistas. Um rápido degelo do Ártico poderia provocar uma catástrofe, como uma "bomba-relógio econômica", que iria custar trilhões de dólares e prejudicar o sistema financeiro global.

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Imagem de satélite mostra fusão do permafrost em torno de Liverpool Bay, em territórios do Noroeste do Canadá, na região do Ártico. – Foto: Nasa

Os governos e as indústrias esperavam que o aquecimento generalizado do Ártico ocorrido nos últimos 20 anos pudesse resultar em um "boom" econômico, permitindo a exploração de gás natural e de novos campos de petróleo, bem como a viabilização de nova rota econômica entre a Europa e a Ásia. Mas o desaparecimento do permafrost ártico poderá ocasionar US$ 60 trilhões de prejuízo, de acordo com os pesquisadores que quantificaram pela primeira vez os efeitos climáticos sobre a economia global.

O gelo do Ártico degela e recupera-se em parte, todos os anos. Mas está atualmente em um declínio sem precedentes, sendo que em 2012 caiu para menos de 3,5 milhões de km², ou seja, 40% de sua extensão habitual na década de 1970. A previsão é que por volta de 2020 o Ártico não tenha gelo durante o verão.

"O desaparecimento iminente do gelo marinho de verão no Ártico terá enormes implicações na aceleração da mudança climática, com a liberação de metano das águas off-shore que agora já são capazes de se aquecer no verão", disse o professor Peter Wadhams , chefe do grupo de física oceano Polar da Universidade de Cambridge e um dos autores do artigo publicado na revista Nature.

"Este enorme fluxo de metano terá grandes implicações para as economias globais e das sociedades. Grande parte desses custos seriam suportados pelos países em desenvolvimento, na forma de condições meteorológicas extremas, inundações e os impactos sobre a produção agrícola e de saúde", disse ele.

Northern_Sea_Route_2407O relatório da revista Nature mostra também como armadores mundiais se preparam para enviar um número recorde de embarcações em todo o norte da Rússia, ainda em 2013, cortando quilômetros percorridos entre Ásia e Europa em mais de 35% e redução de custos de até 40%.

De acordo com autoridades russas, 218 navios da Coreia do Sul, China, Japão, Noruega, Alemanha e de outros lugares, até agora, pediram permissão para seguir a "rota marítima do Norte" (NSR) este ano. Esta rota usa o Estreito de Bering, entre a Sibéria e o Alasca e é aberto apenas por alguns meses a cada ano com um quebra-gelo.

E baseados nos registros de degelo do mar Ártico, as empresas de transporte estão ganhando confiança para usar a rota. Em 2012, 46 navios navegavam toda a sua extensão desde o Atlântico ao Pacífico e em 2011 apenas quatro. A rota pode economizar para os navios graneleiros uma média de 10 a15 dias e centenas de toneladas de combustível em uma viagem entre o norte da Noruega e China.

Fonte: guardian.co.uk – artigo: Arctic thawing could cost the world $60tn, scientists say

Smiley nerd Veja mais sobre a perda do Permafrost e suas consequências, aqui no blog, em Permafrost

Permafrost: o alerta do PNUMA e porque as mudanças climáticas podem ser catastróficas para a Rússia

Na foto, oleoduto russo danificado, com vazamento de óleo, em consequência do solo que cedeu

Permafrost é constituído por terra, gelo e rochas permanentemente congelados. Esta camada é recoberta por uma camada de gelo e neve que, se no inverno chega a atingir 300 metros de profundidade em alguns locais, ao se derreter no verão, reduz-se para de 0,5 a 2 metros, tornando a superfície do solo pantanosa, uma vez que as águas não são absorvidas pelo solo congelado.

O relatório Implicações para a Política do Aquecimento do Permafrost, lançado nesta terça-feira (27) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP18), em Doha, no Catar, alerta para os riscos potenciais enfrentados pelos ecossistemas globais caso estes subsolos árticos congelados derretam e se tornem instáveis.

Caso isto aconteça, enormes reservas de carbono presas sob quase 1/4 do hemisfério norte correm o risco de serem liberadas, desencadeando e contribuindo de forma significativa para o aquecimento global, já que o derretimento do permafrost produziria o equivalente entre 43 e 135 bilhões de toneladas de CO².

Zona de Permafrost no Ártico

A enorme importância do Ártico para a economia russa pode ser compreendida pelo fato de que 22 por cento das exportações da Rússia e 20 por cento do seu PIB provêm de produtos obtidos a partir do interior do Círculo Polar Ártico, onde estão cerca de 90 por das reservas de hidrocarbonetos do país.

E se o aquecimento global derreter o permafrost? Yuri Averyanov, membro do Conselho de Segurança Russo em 2010, declarou em uma entrevista na época, para a  Rossiiskaya Gazeta, que as alterações climáticas representam uma grave ameaça à Rússia, à segurança nacional e que o derretimento do permafrost poderia causar problemas graves no prazo de dez a quinze anos.

O resultado desta situação, de acordo com Averyanov, será que milhares de quilômetros de gasodutos, ferrovias e estradas estarão em perigo, juntamente com um grande número de cidades e aldeias. Ele prevê que em Yakutsk, Tiksi e Vorkuta até um quarto de todas as casas poderão ser inutilizadas devido às condições instáveis do solo decorrentes do derretimento.

Foto mostra a fragilidade do Permafrost: gelo sob camada de terra

Dado que o permafrost cobre 66 por cento do território russo, uma mudança drástica nas condições climáticas poderá ameaçar todas as estruturas de engenharia na região. Além disso, Yuri Averyanov considerou que o conflito interestadual é uma possibilidade real devido às novas políticas de aliados do E.U.A. no Ártico na expansão de atividades de exploração e investigação. Na verdade, a possibilidade é referida na Estratégia de Segurança Nacional da Rússia, aprovada na Primavera de 2009 e que cita o uso da força armada e conflitos por causa dos recursos de hidrocarbonetos.

Fonte: PRAVDA.Ru

Não somente isso, lembramos que durante milhões de anos, uma grande quantidade de metano esteve aprisionada nas camadas superficiais de gelo na região do Ártico – o permafrost. O que acontece agora é que, com o aumento da temperatura no planeta, essa camada está derretendo e liberando o metano nos oceanos e depois no ar. As bolhas liberadas na atmosfera são tantas que podem ser detectadas por microfones na água.

O gás metano é 30 vezes mais perigoso para o efeito estufa do que o dióxido de carbono – foco principal dos combates ao aquecimento global.

Bacterias que consomem metano: USP testa biofiltro para aterros e lixoes

Um sistema de biofiltros para estudar o comportamento de cobertura em aterros sanitários é testado em pesquisa da Escola Politécnica (Poli) da USP. A cobertura possui bactérias que oxidam e consomem o gás metano (CH4), causador do efeito estufa na atmosfera, que escapa pela cobertura dos aterros sem passar pelo sistema de drenagem, impedindo seu descarte no ambiente. Os pesquisadores também desenvolvem um método para medir a quantidade de metano oxidado, de forma a possibilitar a venda de créditos de carbono.

O estudo tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a participação do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP e colaboração da prefeitura da cidade de Campinas (interior de São Paulo). O professor da Poli, Fernando Marinho, que coordena a pesquisa aponta que apenas 30% dos municípios brasileiros descartam seu lixo em aterros sanitários, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. “Esses resíduos emitem metano (CH4) e gás carbônico (CO2), gases que contribuem para o aumento do efeito estufa”, alerta.

“A instalação de aterros sanitários permite minimizar emissões nocivas, mas como o lixo é um material muito compressível, ele se movimenta, formando trincas nas coberturas e permitindo o escape dos gases”. Os operadores de aterros concebidos a partir de um projeto de engenharia tem a opção de capturar o gás de lixo (biogás) e queimá-lo, podendo ainda gerar energia. Após este processo apenas CO2 é emitido. “Há uma redução da poluição atmosférica, porque o gás carbônico é 21 vezes menos potente para gerar o efeito estufa que o metano”, conta o professor. “No entanto, a queima para geração de energia não tem sido uma iniciativa interessante em termos estritamente econômicos”.

lixoesO biofiltro é formado por uma colônia de bactérias bastante comum em solos com matéria orgânica. A ideia é criar condições na parte superior do sistema de cobertura de modo a permitir que a colônia se desenvolva e seja eficiente no consumo do metano. “A cobertura metanotrófica (que oxida o metano) é formada por um solo onde se acrescenta matéria orgânica com o objetivo de inocular a bactéria. Assim as bactérias oxidam o metano, gerando gás carbônico e água”, destaca Marinho. “O ideal é que a camada do biofiltro fique acima da cobertura final do aterro sanitário ou de qualquer cobertura projetada, mesmo que em lixões.”

De acordo com o professor, o sistema pode ser adotado em qualquer local em que haja deposição de resíduo sólido urbano e onde haja interesse em projetar uma cobertura. “Se for planejada a colocação de uma cobertura apropriada para finalização de aterros ou lixões, o biofiltro pode ser incluído”, ressalta. “O aumento nos custos é pequeno e é compensado pelo ganho ambiental”.

Fonte: Agência USP de Notícias

Brasil possui cerca de 1.700 aterros sanitarios, numero bem abaixo do que o Pais precisa

aterro sanitarioOs aterros sanitários são o destino dos resíduos sólidos em 27% das cidades brasileiras. Número bem abaixo do que o País precisa, mas que aumentou nos últimos anos, segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, do IBGE. Há uma década, esse mesmo estudo apontou que apenas 17% dos municípios descartavam o lixo em aterros.

A elaboração, em 2010, de uma norma técnica que define as regras para a criação de aterros sanitários de pequeno porte trouxe um bom avanço ao setor. Antes só existiam normas para aterros convencionais, de resíduos perigosos e da construção civil.

O técnico da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Tarcisio de Paula Pinto, destaca que a norma obriga a pensar nos requisitos ambientais e nas características do local que vai receber o aterro antes de fechar o projeto.

A manutenção dos aterros ainda é muito cara para os municípios. Por isso, a resolução 404 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e a lei 11.107/2005 são complementares. A primeira estabelece as diretrizes para o licenciamento ambiental dos aterros de pequeno porte. A segunda, define normas para a gestão em consórcio intermunicipal.

O compartilhamento de aterros sanitários entre municípios de uma mesma região é uma estratégia defendida pela socióloga Elisabeth Grimberg, coordenadora-executiva do Instituto Polis, tendo em vista a meta que o País tem de acabar com os lixões até 2014. “É uma forma de reduzir os gastos públicos”, afirma.

 

Energia do lixo

aterrosEstima-se que o Brasil possui cerca de 1.700 aterros sanitários, em que o solo é preparado para que o lixo não prejudique o meio ambiente, não cause mau cheiro, poluição visual ou a proliferação de animais.

A decomposição dos resíduos gera chorume – um líquido poluente – e gás – principalmente o metano, que também polui e é 20 vezes pior para o clima da Terra do que o gás carbônico.

Mas o metano pode se transformar em energia elétrica e em créditos de carbono. É o que acontece com o gás produzido pelos 40 milhões de toneladas que estão depositados no Aterro Bandeirantes, em São Paulo.

Desativado desde 2007, o aterro tem 400 pontos de captura que transportam o gás para a Usina Termelétrica Bandeirantes, que, por sua vez, produz energia elétrica com capacidade para atender até 300 mil pessoas. O gás extraído é convertido em tonelada equivalente de gás carbônico (crédito de carbono) e depois é comercializado.

Fonte: brasil.gov.br

Emissão de gases de efeito estufa em 2010 bate recorde, diz agência vinculada à ONU

Uma representação esquemática das trocas de energia entre o espaço sideral, a atmosfera e a superfície da Terra. A capacidade da atmosfera terrestre para captar e reciclar energia emitida pela superfície do planeta é a característica do efeito de estufa.

O ano de 2010 foi o recordista na emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, segundo estudo divulgado hoje (21) pela Organização Mundial de Meteorologia (OMM), vinculada às Nações Unidas. A organização concluiu ainda que o crescimento industrial elevou a concentração de óxido nitroso no ar. No período de 1990 a 2010, foi registrado aumento médio de 29% na emissão de gases de efeito estufa.

Apenas o dióxido de carbono foi responsável por 80% dessa elevação. De acordo com pesquisadores, os fatores que contribuem para a emissão de gases de efeito estufa são a queima de combustíveis fósseis e os produtos agrícolas, assim como o vapor de água – que coopera para prolongar os efeitos do dióxido de carbono, de metano e de óxido nitroso.

No relatório, os especialistas concluem ainda que a utilização de alguns halocarbonos, como os clorofluorcarbonos que eram usados na fabricação de refrigerantes, em latas de spray e solventes, está diminuindo lentamente como resultado de uma ação internacional para preservar a camada de ozônio.

O secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, alertou que se o nível atual de emissão for mantido, o equilíbrio do planeta será afetado. “Agora, mais do que nunca, precisamos entender o complexo e, às vezes inesperadas, as interações entre gases de efeito estufa na atmosfera, a biosfera da Terra e dos oceanos”, disse.

Jarraud disse ainda que a OMM vai manter a coleta de dados, envolvendo 50 países, para ampliar as pesquisas. Os dados se referem às estações climáticas no alto dos Andes e do Himalaia, nas áreas isoladas do Alasca e no Extremo Sul do Pacífico. Essas regiões pouco habitadas servem para que o número de elementos influenciando seja reduzido.

A OMM, por intermédio do programa denominado Atmosphere Watch, coordena as pesquisas sobre  a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera com o apoio de uma rede que abrange mais de 50 países. Os dados de medição são de qualidade controlada, arquivados e distribuídos para a organização – sob coordenação da Agência Meteorológica do Japão.

Fonte: Agência Brasil

Manipulação genética: cuidado com seus gases, você pode ser culpado pelo aquecimento global

Em português claro, que o peido das vacas é considerado um dos grandes contribuintes ao aquecimento global, isso já era conhecido. Na Europa e EUA e preocupação é grande com a quantidade de emissões de gás Metano por esses animais.

Estudos estão sendo desenvolvidos para modificação de alimentação destes animais e, com isso, reduzir as emissões. Também está sendo estudada uma forma de coletar e utilizar este metano: Afinal, pum de vaca é energia!

Mas o inédito é o arroto de ovelha… está pensando que é brincadeira? Saiba que cerca de 10% das emissões de gases poluentes da Austrália provêm do metano produzido pela população de 8 milhões de ovelhas do país.

Sabe-se que o gás metano proveniente do processo digestivo tem uma capacidade de provocar o aquecimento ambiental 17 vezes maior que o gás carbônico. Por isso, especialistas do Sheep Cooperative Research Council estão tentando descobrir se existe alguma influência genética na produção de arrotos pelas ovelhas, observando sua ruminação e sua digestão. Se provarem que genes estão por trás de uma digestão mais “ecológica”, eles esperam obter uma nova espécie de animal mais… “amigo do meio ambiente”.

O problema é se resolverem cismar conosco também: Será que se descobrirem que a culpa pode ser dos genes, a manipulação genética humana pode entrar para a lista de assuntos a serem discutidos nas reuniões sobre Mudanças Climáticas?

Menos flatulências, nada de arrotos, senão o próximo culpado pelo aquecimento global pode ser você…

Burp… ops!

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