Sol tem a maior mancha em 24 anos – entenda seu tamanho pela foto comparativa

Foto do The Sun Today: Solar Facts and Space Weather.

Foto do The Sun Today: Solar Facts and Space Weather.

Desde 23 de outubro de 2014 essa mancha apareceu e já é considerada a maior mancha solar dos últimos 24 anos! Tempo esse que corresponde a dois ciclos solares.

Denominada de AR12192 ela mede 2.700 MH (milionésimos de um hemisfério solar visível). Para se ter uma idéia dessa escala, a Terra mede 169 MH.

O atual ciclo solar é o 24º. A contagem dos ciclos foi iniciada em 1755.

NASA desenvolve exoesqueleto para astronautas que pode ajudar paraplegicos aqui na Terra

exoesqueletoEm zoologia, chama-se exoesqueleto à cutícula resistente, mas flexível, que cobre o corpo de muitos animais e protistas, fornecendo proteção para os órgãos internos, suporte para os músculos e evita também a perda de água. As asas e outros apêndices dos artrópodes são formadas por expansões do exoesqueleto. (wikipedia)

Mas quando o assunto é tecnologia, a coisa fica um pouco diferente. O que vemos em filmes do Homem-de-Ferro por exêmplo, é um tipo de exoesqueleto que confere ao herói poderes super-humanos. Já o protótipo da NASA vai permitir outros benefícios e, claro, dentro da realidade e aplicável ao dia-a-dia.

Já está sendo desenvolvido, em em fase de testes, o exoesqueleto da NASA chamado X1. O dispositivo poderá ser utilizado no espaço para melhorar a saúde da tripulação, tanto a bordo da estação espacial como durante futuras missões de longa duração, seja para um asteróide ou a Marte.

Sem ocupar um espaço valioso e sem ser muito pesado, X1 poderia replicar exercícios comuns da tripulação, que são vitais para manter os astronautas saudável em ambiente de microgravidade. Além disso, o aparelho tem a capacidade de medir, registrar e enviar os dados de volta, em tempo real, para os controladores de vôo na Terra, dando aos médicos um melhor retorno sobre os resultados dos exercícios praticados pela tripulação.

Como a tecnologia amadurece, X1 também poderia fornecer um impulso de energia robótico para astronautas enquanto eles trabalham na superfície de corpos planetários distantes: Juntamente com um traje espacial, X1 pode fornecer força adicional quando necessário durante a exploração de superfície, melhorando a capacidade de andar em um ambiente de gravidade reduzida.

A mesma tecnologia poderá ser utilizada aqui na Terra, onde o exoesqueleto permitirá paraplégicos a ficarem de pé e andarem pela primeira vez.

Que venha logo então!

Fonte: NASA

NASA tira rara foto da Terra com câmera da sonda Cassini, que está na órbita de Saturno

cassini earthA sonda Cassini da NASA capturou esta bela imagem colorida da Terra a partir de sua atual localização no sistema de Saturno, quase 900.000 mil milhas (1,5 mil quilômetros) de distância, em foto capturada neste 19 de julho de 2013.

"Esta imagem da Cassini nos lembra o quão pequeno é o nosso planeta na vastidão do espaço, e também demonstra a engenhosidade dos cidadãos deste planeta minúsculo para enviar uma nave robótica tão longe de casa para estudar Saturno e então fazer com que a nave se voltasse para nosso planeta somente para tirar uma foto da Terra", disse Linda Spilker, cientista do projeto Cassini no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia.

Imagens da Terra feitas a partir do sistema solar exterior são raras, porque dessa distância a Terra aparece muito perto do nosso sol. Os detectores sensíveis de uma câmera podem ser danificados se direcionados diretamente para o sol, assim como um ser humano pode danificar sua retina, fazendo o mesmo. Cassini foi capaz de capturar esta imagem porque o sol estava temporariamente transitando por trás de Saturno, do ponto de vista da nave espacial, e a maior parte da luz foi bloqueada desta forma.

Câmera Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / Space Science Institute

Missão da Nasa vai estudar regiao enigmatica do Sol

726028main_IRIS-solarwings_4838_800-600A agência espacial norte-americana, Nasa, vai lançar no final deste mês de junho/2013, uma missão para estudar o Sol. Batizada de Iris (do inglês, Interface Region Imaging Spectrograph), a missão vai fornecer informações sobre uma região enigmática da atmosfera solar, chamada de interface. O lançamento está previsto para o dia 26 de junho, da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia.

Segundo a Nasa, a região de interface é bastante quente e relativamente fina – para parâmetros espaciais, com 3 mil a 6 mil quilômetros de espessura. O estudo vai compreender de que maneira a energia que aquece a camada superior da atmosfera solar (coroa) chega até lá. A temperatura na interface é quase 1 milhão de graus Celsius, cerca de mil vezes mais do que a da coroa.

Cientistas querem entender porque essa energia tem efeito sobre diversos aspectos do espaço próximo à Terra. Informações da Nasa apontam que, por um lado, apesar da intensa quantidade de energia depositada na região de interface, apenas uma fração ultrapassa as camadas superiores, mas é capaz de impulsionar o vento solar. A região de interface também é a maior fonte de emissão de raios ultravioleta do Sol, que afetam tanto o ambiente do espaço próximo à Terra, quanto o clima do nosso planeta.

677391main_iris_inorbit_946-710A partir de imagens de alta resolução, a missão Iris vai capturar dados em cerca de 1% do Sol ao mesmo tempo. O uso de computação avançada vai ajudar a Nasa a interpretar o que for capturado. De acordo com a agência norte-americana, a leitura dessas informações não poderia ser feita antes do advento dos supercomputadores pela dificuldade em entender o percurso que a energia percorre.

A missão será lançada pelo foguete Pegasus 40 e vai viajar ao redor da Terra na trajetória do nascer do Sol, a cerca de 627 quilômetros acima da superfície da Terra. Essa órbita foi escolhida porque fornece quase oito meses de visão livre do Sol e maximiza a capacidade da Iris para transmitir os dados.

Fonte: Agência Brasil

Cientistas da Nasa identificam indicios de existencia de agua em Marte

agua marteO robô Curiosity, da agência espacial norte-americana, a Nasa, descobriu mais indícios da existência de água em Marte. O Curiosity chegou na superfície de Marte, em agosto de 2012, e foram feitas fotografias de várias áreas. Também foram examinadas 515 pedras. Algumas tinham a superfície redonda e lisa como se viessem de leitos de rios. O estudo completo está publicado na revista Science.

O diretor do grupo de investigação sobre o planeta vermelho no Instituto Niels Bohr, Morten Bo Madsen, disse que as descobertas oferecem mais pistas sobre o passado de Marte. Se atualmente o planeta é árido, os cientistas encontraram provas de que a água fluiu na sua superfície há milhões de anos. Os robôs Spirit e Opportunity, ambos da Nasa, tinham encontrado sinais da existência passada de água em Marte.

Em março, a agência espacial informou que a análise de uma amostra de rocha recolhida pelo Curiosity revelou que Marte teve condições para abrigar vida em forma de micróbios. Os cientistas identificaram enxofre, nitrogênio, hidrogênio, oxigênio, fósforo e carbono, que são alguns dos elementos essenciais para a vida.

Fonte: Agência Brasil

Câmera Foto: O robô Curiosity da NASA encontrou evidências de um antigo rio que fluía em Marte em alguns lugares, incluindo no afloramento de rocha retratado na foto acima, que a equipe de cientistas nomeou de "Hottah", em referência ao Lago Hottah no noroeste do Canadá. Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / MSSS

NASA registra quatro grandes erupções solares, sendo 3 em menos de 24 horas

erupcao solarEstas imagens do Solar Dynamics Observatory da NASA mostram quatro erupções de classe X  ocorridas entre 12-14 maio de 2013 – foram as primeiras erupções de classe X (a mais forte) de 2013, sendo que 3 delas ocorreram em menos de 24 horas, o que não é muito comum se comparado com os dados obtidos até agora na observação do Sol.

Elas ocorreram no lado do Sol que não está de frente para a Terra, assim sendo as partículas liberadas pelo Sol não devem atingir a nosso planeta. Dentro de alguns dias o risco aumenta pois a área onde ocorreram as erupções ficará de frente para a Terra.

A NASA espera por um aumento destas ocorrências pois o ciclo normal de atividades do Sol, de 11 anos, está se aproximando de seu auge.

Fonte: NASA Solar Dynamics Observatory (Little SDO)

NASA: variação da concentração de gelo no Ártico de 2012 a 2013

Esta animação mostra a variação sazonal da extensão do gelo do mar Ártico entre 01 de março de 2012 e 28 de fevereiro de 2013.

Em 13 de setembro de 2012, o mínimo gelo cobriu 3.439 mil quilômetros quadrados, ou seja, 3571 mil quilômetros quadrados a menos do que na alta de 7.011 mil quilômetros quadrados, medidos em 1980. O limite máximo anual para 2013, alcançado em 28 de fevereiro chegou a uma extensão de 15.090 mil quilômetros quadrados.

Crédito: NASA / Goddard

%d blogueiros gostam disto: