NASA tira rara foto da Terra com câmera da sonda Cassini, que está na órbita de Saturno

cassini earthA sonda Cassini da NASA capturou esta bela imagem colorida da Terra a partir de sua atual localização no sistema de Saturno, quase 900.000 mil milhas (1,5 mil quilômetros) de distância, em foto capturada neste 19 de julho de 2013.

"Esta imagem da Cassini nos lembra o quão pequeno é o nosso planeta na vastidão do espaço, e também demonstra a engenhosidade dos cidadãos deste planeta minúsculo para enviar uma nave robótica tão longe de casa para estudar Saturno e então fazer com que a nave se voltasse para nosso planeta somente para tirar uma foto da Terra", disse Linda Spilker, cientista do projeto Cassini no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia.

Imagens da Terra feitas a partir do sistema solar exterior são raras, porque dessa distância a Terra aparece muito perto do nosso sol. Os detectores sensíveis de uma câmera podem ser danificados se direcionados diretamente para o sol, assim como um ser humano pode danificar sua retina, fazendo o mesmo. Cassini foi capaz de capturar esta imagem porque o sol estava temporariamente transitando por trás de Saturno, do ponto de vista da nave espacial, e a maior parte da luz foi bloqueada desta forma.

Câmera Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / Space Science Institute

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Mais de R$ 700 mil em premiacoes: participe do Premio Jovem Cientista

a-agua-e-a-terraEm 1961, quando o astronauta russo Yuri Gagarin tornou-se o primeiro homem a viajar pelo espaço, ele constatou: “A Terra é azul”. E é azul porque tem 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos de água, que cobrem 70% da superfície do planeta. Essa imagem fez o mundo imaginar que a água fosse um recurso abundante. Mas sabemos que apenas 0,003% desse vasto volume de água pode ser usado para saciar a sede humana e animal, para higiene ou agricultura. É uma mera colher de chá, comparada a uma banheira cheia. – Fonte: jovemcientista.cnpq.br

aguaÁgua: Desafios da Sociedade” é o tema do Prêmio Jovem Cientista deste ano, cujas inscrições estão abertas até 30 de agosto. Podem concorrer universitários, pesquisadores com até 40 anos e estudantes do ensino médio de todo o Brasil.

As inscrições devem ser feitas até 30 de agosto. O prêmio é atribuído a quatro categorias: mestre e doutor; estudante do ensino superior; estudante do ensino médio; e mérito institucional. Além disso, há a premiação “Mérito Científico”, concedida a um pesquisador com título de doutor que tenha se destacado em termos de qualificação, experiência, capacidade de formação de pesquisadores e produção científica na área relacionada ao tema.

Na primeira categoria, podem concorrer estudantes de mestrado, de doutorado, mestres e doutores com menos de 40 anos; a segunda é voltada a estudantes de cursos de graduação ou àqueles que tenham concluído essa etapa entre 31 de dezembro de 2012 e 30 de agosto de 2013 e tenham menos de 30 anos.

Na categoria estudante do ensino médio, concorrem alunos matriculados em escolas públicas ou privadas que tenham menos de 25 anos. Em mérito institucional, serão premiadas uma instituição de ensino superior e outra de ensino médio às quais estiver vinculado o maior número de trabalhos inscritos nas outras três categorias.

Até três candidatos poderão ser premiados nas três primeiras categorias. Os valores dos prêmios da categoria mestre e doutor são: R$ 30 mil (primeiro lugar), R$ 20 mil (segundo lugar) e R$ 15 mil (terceiro lugar). Eles também ganharão bolsas de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os orientadores dos agraciados também ganharão um laptop, bem como as escolas dos premiados na categoria estudante de ensino médio.

Criado pelo CNPq em 1981, o Prêmio Jovem Cientista conta com a parceria da Fundação Roberto Marinho, da Gerdau e da GE.

Mais informações: http://jovemcientista.cnpq.br

Fonte: Agência FAPESP

Google mostra em “timelapse” de 28 anos as grandes mudanças na face da Terra

 

Brazilian Amazon Deforestation

Deflorestamento na Amazônia

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Columbia Glacier Retreat

Diminuição da geleira Columbia (Alaska)

Google combina imagens do satélite Landsat  com o Google Earth para mostrar grandes mudanças na face da Terra, ocorridas em um período de 28 anos.

Em timelapse, uma série de drásticas mudanças em diferentes lugares do planeta são mostradas e servem como alerta dos danos causados tanto pelas mudanças climáticas como pela atividade humana.

Podemos ver uma parte da floresta amazônica sumir, o crescimento acelerado de áreas urbanas em Las Vegas ou em Dubai, o incremento do sistema de irrigação na Arábia Saudita e o movimento das águas do mar de Aral, secando quase por completo.

Smiley sexy Veja mais pelo link https://plus.google.com/photos/+GoogleEarth/albums/5875822979804092129

Fonte: techcrunch.com

NASA e NOAA divulgam vídeo com imagens inéditas da Terra à noite

A Nasa e a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês) divulgaram um vídeo com imagens noturnas da Terra, diferente das imagens chamadas Blue Marbles, diurnas. O registro na verdade é um mosaico com diversas fotografias feitas por satélite e exclui registros que tinham nuvens, mostrando de forma limpa a superfície do planeta e atividades humanas detectadas pelos registros de luz.

Crédito: NASA Goddard / NASA Earth Observatory / NOAA / DOD

Pegue carona na estacao espacial e aprecie a espetacular vista pela janela por 7 minutos!

What an Astronaut’s Camera Sees (from ISS)

Neste vídeo você verá nosso planeta tal qual um astronauta a bordo da ISS.

Pelas imagens da NASA em alta definição você poderá apreciar a incrível vista e dar uma volta completa ao redor da Terra: Boa viagem!

Terra: voce e um astronauta a bordo de uma das mais rapidas espaconaves conhecidas, cuide bem dela

astronautaParece óbvio, até mesmo enfadonho ouvir que viajamos pelo espaço simplesmente porque vivemos neste planeta e, ele, como tudo o mais, faz parte de um infinito (?) universo.

Achamos tudo tão natural que nem reparamos, ou mesmo nos espantamos, no fato de que estamos rasgando o espaço tal qual uma super espaçonave.

Juntamente com nosso companheiro o Sol, viajamos à velocidade de 72.000 Km/h, em direção à constelação de Hércules.

E durante todo esse trajeto giramos ao redor de nosso próprio eixo, à velocidade de 1.600 Km/h na faixa do equador, bem como damos voltas em torno do Sol na velocidade de 108.000 Km/h.

Sim, você é um astronauta a bordo de uma das mais rápidas espaçonaves conhecidas. Cuide bem dela pois ela é única… até o momento não achamos nenhuma outra igual.

Câmera Foto: A Terra azul pálida serve como pano de fundo para o astronauta Michael Gernhardt, que está conectado ao braço-robô do Endeavour Shuttle, durante uma caminhada espacial na missão STS-69 em 1995. Crédito: NASA

Fisicos estudam o interior da Terra, uma esfera quase perfeita com 12 mil km de diametro

planetaChegar à Lua, a quase 400 mil quilômetros de distância, ou mandar satélites para conhecer outros planetas pode parecer mais fácil do que conhecer a composição e o funcionamento do interior da Terra, uma esfera quase perfeita com 12 mil quilômetros (km) de diâmetro.

Os furos de sondagem chegaram a apenas 12 km de profundidade, mal vencendo a crosta, a camada mais superficial. Como não podem examinar diretamente o interior do planeta, os cientistas estão se valendo de simulações em computador para entender como se forma e se transforma a massa sólida de minerais das camadas mais profundas do interior do planeta quando submetida a pressões e temperaturas centenas de vezes mais altas que as da superfície.

Como resultado, estão identificando minerais que se formam a milhares de quilômetros da superfície e reconhecendo a possibilidade de existir um volume de água superior a um oceano disperso na espessa massa de rochas sob nossos pés.

A física brasileira RenataWentzcovitch, pesquisadora da Universidade de Minnesota, Estados Unidos, é responsável por descobertas fundamentais sobre o interior do planeta empregando, justamente, técnicas matemáticas e computacionais que desenvolve desde 1990.

Em 1993, ela elucidou a estrutura atômica da perovskita a altas pressões; a perovskita é o mineral mais abundante no manto inferior, a camada mais ampla do interior do planeta, com uma espessura de 2.200 km, bem menos conhecida que as camadas mais externas.

Em 2004 Renata, com sua equipe, identificou a pós-perovskita, mineral que resulta da transformação da perovskita submetida a pressões e temperaturas centenas de vezes mais altas que as da superfície, como nas regiões mais profundas do manto.

Os resultados ajudaram a explicar as velocidades das ondas sísmicas, geradas pelos terremotos, que variam de acordo com as propriedades dos materiais que atravessam e representam um dos meios mais utilizados para entender a composição do interior da Terra.

Agora novos estudos de Renata indicaram que a pós-perovskita tende a se dissociar em óxidos elementares, como óxido de magnésio e óxido de silício, à medida que a pressão e a temperatura aumentam ainda mais, como no interior dos planetas gigantes, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

“Estamos com a faca e o queijo na mão para descobrir a constituição e as diferenças de composição do interior de planetas”, diz. Segundo ela, as técnicas que desenvolveu podem prever o comportamento de estruturas cristalinas complexas, formadas por mais de 150 átomos. “Ao longo do manto terrestre, as estruturas cristalinas dos minerais são diferentes, mas a composição química das camadas do interior da Terra parece ser uniforme.”

O texto completo da reportagem está na edição 198 da revista Pesquisa FAPESP, em: http://revistapesquisa.fapesp.br/?p=15372.

Fonte: Agência FAPESP

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