Com apoio do IPT, GM reaproveita resíduos da demolição de unidade antiga para utilização na construção da nova unidade

IPT deu suporte à desconstrução das antigas instalações para reaproveitamento dos resíduos de demolição. Crédito Foto: GM

IPT deu suporte à desconstrução das antigas instalações para reaproveitamento dos resíduos de demolição. Crédito Foto: GM

Em uma parceria inédita entre a General Motors do Brasil e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) foi realizada a desconstrução de 40 mil metros quadrados de edificações, de forma sustentável, na fábrica de São Caetano do Sul (SP). Os seis prédios, construídos há mais de 60 anos, foram cuidadosamente desmontados e os resíduos reciclados na construção de um novo edifício ou reaproveitados.

As madeiras foram pré-classificadas, certificadas e posteriormente vendidas. A empresa não precisou comprar nem retirar do meio ambiente terra das jazidas para aterros, pois tudo foi reutilizado. Por exemplo, colunas e vigas passaram por um processo de separação do material metálico do concreto; em seguida, foram moídas e utilizadas no aterro do terreno e na substituição da pedra britada no concreto novo.

Na manhã de segunda-feira, dia 26 de janeiro, a General Motors do Brasil inaugurou seu Centro Logístico de Recebimento e Sequenciamento de Materiais Produtivos (MASC). As obras duraram cerca de três anos e foram realizadas sem interrupções da produção na unidade durante o período. Tanto a demolição do antigo prédio como a construção do novo MASC foi pautado pela sustentabilidade, segundo a GM. O IPT, que é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, deu todo o suporte à fase de desconstrução, possibilitando que o entulho fosse reciclado e aproveitado na nova própria obra, reduzindo o impacto ambiental. Segundo Padovezi, o trabalho realizado pelo IPT na GM é tipicamente multidisciplinar, ponto forte na atividade da instituição: “Neste trabalho atuaram 25 dos nossos profissionais, de sete áreas técnicas distintas, envolvendo da construção civil a madeiras. O IPT é das poucas instituições de pesquisa no País, senão a única, com capacitação para desenvolver projetos complexos tecnológicas em diversas áreas”.

Fonte: IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de SP.

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Ministério do Meio Ambiente e o setor de lâmpadas assinam acordo para logística reversa

lampada-fluorescenteA ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e entidades representativas do setor de lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista assinaram, nesta quinta-feira (27/11/2014), em Brasília, acordo setorial que estabelece a logística reversa (*) desses produtos.

 O acordo está previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), de 2010. A lei que institui a política (12.305/2010) prevê que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de um determinado produto que possa causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana criem um sistema de recolhimento e destinação final independente dos sistemas públicos de limpeza urbana. 

A ministra Izabella Teixeira considerou um avanço assinar esse acordo que leva a novos caminhos para o desenvolvimento do país, destacando que a logística reversa reflete uma mudança de cultura. “Agora temos como desafio a capacidade de implantação do acordo, olhando para um país de dimensões continentais”. Também reforçou a importância de continuar avaliando os mecanismos e inserindo novos atores nos processos.

O acordo é válido por dois anos contados a partir da sua assinatura. Ao final desse período, deverão ser revisados a fim de incorporar os ajustes que se fizerem necessários para o seu bom funcionamento e a sua ampliação para o restante do país. O acordo garante retorno dos resíduos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reutilizado) à indústria, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos. 

Negociação 

O acordo prevê responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e propicia que esses materiais, depois de usados, possam ser reaproveitados. A proposta passou por consulta pública e aprovação do Comitê Orientador para a Implantação da Logística Reversa (CORI). O Comitê é composto por representantes dos ministérios do Meio Ambiente, Saúde, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Agricultura e Abastecimento e Fazenda. 

Ney Maranhão, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, enfatizou a construção progressiva do acordo. “Daqui a dois anos vamos revisar, aprendendo com a experiência e informando cada lado com transparência”, disse. Ele falou também sobre a postura inovadora da indústria que, ao fazer parte deste acordo, ganha um grande diferencial. 

Fazem parte do acordo: 

  • Alumbra Produtos Elétricos e Eletrônicos
  • Brasilux Ind. Com. Imp. Exp. Ltda
  • Bronzearte Ind. e Comércio Ltda
  • Biosfera Importadora e Distribuição Ltda
  • DMP Equipamentos Ltda
  • Eletro Terrível Ltda
  • Eletromatic Controle e Proteção Ltda
  • Elgin S/A
  • Foxlux
  • Ideal Importação e Exportação Ltda
  • Kian Importação Ltda
  • LPS Distribuidora e Materiais Elétricos
  • Lorenzetti Ind. Brasileiras Eletrometalurgicas
  • Marschall Ind. Com. Imp. Exp. Ltda
  • Melcor Distribuidora Ltda
  • Multimercantes Ltda
  • New Satélite Materiais Elétricos
  • Panasonic Distribuidora do Brasil
  • Paulista Business Imp. Exp. Ltda
  • Remari Comércio Ltda.
  • Spectrum Brands Brasil e Ind. e Comércio
  • Rov Holding INC
  • Associação Brasileira da Indústria de Iluminação
  • GE Iluminação do Brasil Com. de Lâmpadas Ltda.
  • Havells-Sylvania Brasil Iluminação Ltda.
  • Osram do Brasil Ltda.
  • Philips do Brasil Ltda.
  • Ourolux
  • Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação
  • R&D Comércio e Importadores de Materiais Elétricos
  • Confederação Nacional do Comércio
  • Confederação Nacional da Indústria

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

Smiley nerd  (*)O Que É Logística Reversa?

A logística inversa, conhecida também por reversível ou reversa, é a área da logística que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem. Os processos de logística inversa existem há tempos; entretanto, não eram tratados e denominados como tal. Como exemplos de logística inversa, temos: o retorno das garrafas (vasilhame), a recolha / coleta de lixos e resíduos recicláveis. Atualmente é uma preocupação constante para todas as empresas e organizações públicas e privadas, tendo quatro grandes pilares de sustentação: a conscientização dos problemas ambientais; a sobre-lotação dos aterros; a escassez de matérias-primas; as políticas e a legislação ambiental.

A logística inversa ou reversa aborda a questão da recuperação de produtos, parte de produtos, embalagens, materiais, de entre outros, desde o ponto de consumo até ao local de origem ou de deposição em local seguro, com o menor risco ambiental possível. Assim, a logística inversa trata de um tema bastante sensível e muito oportuno, em que o desenvolvimento sustentável e as politícas ambientais são temas de relevo na atualidade.

Estudo revela que 24 milhões de toneladas de lixo tiveram destino inadequado em 2012

lixo 1Em 2012, foram enviados para destinos inadequados 24 milhões de toneladas de lixo (37,5%), segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). A pesquisa aponta ainda que, dos 64 milhões de toneladas de resíduos gerados ao longo do ano passado, 6,2 milhões não foram sequer coletados.

O percentual de coleta apresentou, entretanto, um aumento de 1,9% em comparação a 2011, totalizando 55 milhões de toneladas em 2012. “Percebemos, nesses dez anos de estudo, que o índice de coleta tem crescido paulatinamente, indicando que a universalização desses serviços é um caminho possível”, avaliou o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho.

O Nordeste é a região com maior percentual de resíduos levados para destinações inadequadas, como lixões. De acordo com o estudo, 65% do lixo gerado na região, um total de 25,8 mil toneladas por dia, não tiveram destinação final adequada. Apenas 77% dos resíduos produzidos no Nordeste são coletados, sendo que a região responde por 26% (51,6 mil toneladas diárias) do lixo gerado no país.

A melhor cobertura de coleta foi verificada no Sudeste (96,8%), a região que melhor destina os resíduos, com 72% do lixo (pouco mais de 70 mil toneladas diárias) enviados para aterros sanitários. Apesar disso, 51% das cidades da região, o equivalente a 854 municípios, não tratam adequadamente os seus resíduos.

Para o diretor da Abrelpe, faltam os investimentos necessários para avançar na coleta e destinação correta dos resíduos sólidos. “As mudanças demandadas pela PNRS [Política Nacional de Resíduos Sólidos] requerem investimentos concretos e perenidade”, ressaltou. O problema, segundo Silva Filho, é que muitas cidades não têm condições de aportar esses recursos. “A maioria desses municípios tem menos de 10 mil habitantes e não dispõe de condições técnicas e financeiras para solucionar a questão dos resíduos sólidos de maneira isolada”, completou.

Fonte: Agência Brasil

Folheto orienta a população sobre o descarte adequado de resíduos sólidos

3 rsMaterial alerta a população sobre os problemas ambientais causados pelo descarte inadequado de lixo. O folheto 3R (reduzir, reutilizar e reciclar), desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), mostra a rota do lixo até a coleta seletiva, o que pode ser aproveitado e quais atitudes podem ser tomadas para a população poupar os recursos naturais, gerar menos resíduos e minimizar o impacto sobre o meio ambiente.

De acordo com o folheto, o lixo é separado em três categorias: seco, úmido e rejeito. O último merece atenção especial, pois se trata de resíduos sólidos que, se forem descartados incorretamente, podem prejudicar o meio ambiente, é o caso de pilhas, baterias e outros.

Outro tipo de lixo destacado no folheto são os medicamentos. O descarte feito por grande parte das pessoas no lixo comum ou na rede pública de esgoto, pode trazer como consequências a agressão ao meio ambiente. De acordo com o MMA, o governo instalou um Comitê Orientador para definir regras de devolução de resíduos à indústria para reaproveitamento.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem discutindo o tema “Descarte de Medicamentos” desde 2009. A logística reversa* para o descarte de medicamentos vem sendo discutida e articulada com os diversos entes do setor de medicamentos.

Os objetivos do 3R estão alinhados com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que prevê a extinção dos lixões até 2014. Para atingir essa meta, bastam atitudes simples que podem ser adotadas no dia a dia da população.

coleta seletivaAlgumas dicas são apresentadas no folheto do MMA, como por exemplo, adquirir sempre produtos mais duráveis, procurar aqueles que utilizem menos embalagens, evitar sacos plásticos, comprar o suficiente para o consumo, aproveitar tudo o que puder dos alimentos, colocar no prato só o que for comer, além de reformar e conservar objetos.

De acordo com a PNRS, a reutilização é o aproveitamento de resíduos sólidos antes da sua transformação biológica, física ou físico-química. Isso significa utilizar frente e verso do papel, usar cartuchos de impressora recarregáveis, reaproveitar vidros de geleia, maionese e outros alimentos, doar materiais como roupas e objetos para instituições. E, por fim, a reciclagem que trata do processo de transformação dos resíduos sólidos em insumos e novos produtos.

No Brasil, 13% dos resíduos sólidos urbanos passam pelos processos de reciclagem, inclusive por compostagem. Atualmente são reciclados papel de escritório (28%); papel ondulado (70%); plásticos (19%); latas de alumínio (98%), latas de aço (49%), vidro (47%); pneus (92%), embalagens longa vida (25%), resíduo sólido orgânico urbano (4% por compostagem) e garrafas PET (56%).

Folder-Download-icon Faça download da cartilha aqui

Fontes: brasil.org.br / mma.gov.br

Apaixonado  logística reversa*A logística inversa, conhecida também por reversível ou reversa, é a área da logística que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem. Os processos de logística inversa existem há tempos; entretanto, não eram tratados e denominados como tal. Como exemplos de logística inversa, temos: o retorno das garrafas (vasilhame), a recolha / coleta de lixos e resíduos recicláveis. Atualmente é uma preocupação constante para todas as empresas e organizações públicas e privadas, tendo quatro grandes pilares de sustentação: a conscientização dos problemas ambientais; a sobre-lotação dos aterros; a escassez de matérias-primas; as políticas e a legislação ambiental.

A logística inversa ou reversa aborda a questão da recuperação de produtos, parte de produtos, embalagens, materiais, de entre outros, desde o ponto de consumo até ao local de origem ou de deposição em local seguro, com o menor risco ambiental possível. Assim, a logística inversa trata de um tema bastante sensível e muito oportuno, em que o desenvolvimento sustentável e as politícas ambientais são temas de relevo na atualidade.

Moradia Sustentável: Manual orienta do projeto da obra até descarte de resíduos sólidos

moradias sustentaveisPara quem está planejando em construir ou reformar de maneira sustentável, foi disponibilizada uma cartilha com orientações sobre como fazer moradias que gerem economia e durabilidade com respeito ao meio ambiente. 

A cartilha, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente, traz dicas aos consumidores sobre materiais e projetos sustentáveis, além de ensinar a melhor forma de descartar resíduos sólidos.

O objetivo do Ministério é orientar, ainda, sobre construções de empreendimentos comerciais. A cartilha faz parte da série Cadernos de Consumo Sustentável, do Ministério do Meio Ambiente.

De forma didática, a publicação traz um mapa que mostra, em cada cômodo da casa, quais são as opções para execução de uma obra dentro dos conceitos de sustentabilidade. Além disso, o caderno aponta quais são as melhores disposições dos ambientes em uma residência para garantir o grau adequado de insolação e ventilação natural de cada lugar.

A publicação destaca que é importante desenvolver projetos que utilizem a iluminação e a ventilação naturais e outras vantagens que o meio ambiente provê. A sustentabilidade está diretamente ligada aos “3 Rs”: reduzir, reutilizar e reciclar. Essas ações podem estar presentes em uma obra sustentável.

A publicação também orienta sobre o descarte correto dos resíduos sólidos, que neste caso, são compostos em sua maioria por sobras das obras. Ela explica que, durante a reforma ou construção, é necessário separar espaços, na residência, para separação adequada de resíduos, e que, ao contratar a caçamba para entulhos,  a pessoa procure saber se a empresa descarta os resíduos corretamente.

Certifique-se que a obra esteja de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, do MMA, que prevê a destinação correta do lixo, incentivando a reciclagem e a sustentabilidade. A cartilha reforça que a estimativa é que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto de atividades da sociedade sejam provenientes da construção.

Folder-Download-icon Baixe a cartilha na íntegra aqui (pdf)

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

Reciclagem: IPT desenvolve projeto para obter cimento de residuos da construcao civil

residuos construcaoO cimento pozolânico* pode ser obtido a partir das frações finas de Resíduos de Construção e Demolição, conhecidos no meio técnico pela sigla RCD. A tecnologia é inédita e o processo de fabricação do produto não é gerador de gás carbônico, um dos gases responsáveis pelo chamado efeito estufa. O projeto em desenvolvimento no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) conta com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, e da empresa InterCement, holding para os negócios de cimento do Grupo Camargo Corrêa. Nos próximos três anos banco e empresa investirão R$ 2,5 milhões cada um na pesquisa, totalizando R$ 5 milhões. Os recursos serão investidos em mão de obra, insumos e infraestrutura laboratorial.

Segundo o pesquisador Valdecir Quarcioni, do Laboratório de Materiais de Construção Civil do Centro de Tecnologia de Obras de Infraestrutura do IPT, a nova tecnologia permitirá produzir um cimento de baixo custo e reduzido impacto ambiental. Com características diferentes em comparação às do cimento convencional, suas aplicações também serão diferenciadas. Por exemplo, como base para revestimento de pavimentos rígidos e o reaterro estabilizado de valas de água, esgoto e telefonia.

Posteriormente poderá haver diversificação de aplicações, como na fabricação de argamassas e pré-fabricados de concreto. Em escala, os novos produtos poderão contribuir para diminuir ainda mais as emissões de gás carbônico da indústria do cimento. Seu uso também contribuirá para racionalização do consumo de recursos naturais como agregados, a exemplo de brita e areia. A produção do cimento de RCD ainda contribuirá para diminuir a pressão do volume de resíduos de construção sobre os aterros, ajudando as empresas do setor no cumprimento da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A InterCement será responsável pelo lançamento do produto no mercado, caso seja comprovada sua viabilidade de produção em larga escala. A empresa está posicionada entre as 20 maiores do mundo na produção de cimento e agregados. Possui 39 fábricas na América do Sul, Europa e África. “A InterCement está empenhada em atender melhor seus clientes, diferenciando-se no mercado ao apresentar produtos e serviços inovadores”, diz Adriano Augusto Nunes, diretor de Sustentabilidade e Inovação.

Fonte: IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de SP

Smiley nerd *A pozolana é um dos componentes do cimento utilizada na preparação de argamassas pozolânicas, misturada com água e cal hidratada, melhorando as características dos betões e permitindo a sua utilização dentro de água.

Ibama regulamenta Cadastro Nacional de Operadores de Residuos Perigosos

residuos perigosos 2O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicou hoje (30), no Diário Oficial da União, instrução normativa regulamentando o Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos (Cnorp).

O cadastro é previsto pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.305, e é de inscrição obrigatória para as pessoas jurídicas que exerçam atividades de geração e operação de resíduos perigosos.

A pessoa jurídica – que comercialize ou transporte resíduos perigosos – precisa primeiro se inscrever no Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF-APP).

Deve indicar também um responsável técnico e prestar anualmente informações sobre a geração, a coleta, o transporte e o transbordo do lixo tóxico, como pilhas, baterias, pneus e lâmpadas fluorescentes, entre outros. As inscrições são feitas pelo site do Ibama.

Fonte: Agência Brasil

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